Resultados históricos na superação de crises, geração de empregos e retomada do crescimento assinalam seu desempenho

De uma situação pré-falimentar e num atoleiro de ingovernabilidade, em oito anos Mato Grosso do Sul tirou de seus ombros quase duas décadas de crônico desmonte administrativo e financeiro, transformando-se em um dos estados de melhor desempenho desenvolvimentista do Brasil. Não foi um milagre, nem obra do acaso: o modelo de governança adotado a partir de 2015 por Reinaldo Azambuja trouxe profundas mudanças estruturais administrativas e políticas, que com o planejamento e a gestão estratégica deram conteúdo e solidez às políticas públicas.
Os resultados vitoriosos no enfrentamento de crises – entre as quais a financeira, que castigou o País, e a da Covid-19, responsável por mais de 700 mil mortes e danos avassaladores na economia nacional – fizeram de Azambuja um gestor de referência. Seus oito anos na chefia do Executivo estadual (2015-2022) registraram avanços até então inimagináveis, como a superação dos impactos das conjunturas recessivas, a retomada gradual e segura do crescimento, a geração de empregos e a atração de investimentos, um saldo vitorioso mantido por Eduardo Riedel, seu sucessor.
Com iniciativas democráticas e eficientes, entre as quais a adoção do modelo municipalista para definir os investimentos prioritários em todas as regiões, não há dúvidas: a gestão de Azambuja será um fator diferenciado a favor dos palanques em que ele estiver nas disputas eleitorais de 2026. No PSDB, que o elegeu governador em 2014, sua liderança se consolidou e ampliou o alcance político que agora contempla diretamente o PL, partido ao qual se filiou recentemente, e as forças aliadas, que o acompanharão, assim como estarão integradas na campanha pela reeleição de Riedel.
AVANÇOS MARCANTES
No último dia 11 Mato Grosso do Sul completou 48 anos de criação. Na data, e em atendimento à expectativa de amigos e seguidores, Azambuja homenageou o Estado cumprimentando e agradecendo o apoio da população, a quem atribui os méritos pelos avanços conquistados. Também realçou algumas das conquistas efetivadas em seus oito anos de governo.
O traço marcante do “estilo Azambuja” de gestão é, como ele próprio define, “governar para as pessoas”. A frase é uma alusão às prioridades que ele deu às pautas sociais inclusivas, que vão da assistência emergencial e da geração de empregos às agendas de empoderamento humano, com destaque para a educação e a saúde. Cada vez mais questionador, o debate eleitoral é um ponto de apoio na discussão e na busca de ideias, desafios e soluções para as grandes demandas da sociedade – e neste debate o que conta são os resultados.
PRIORIDADES
Em 2022, Azambuja concluiu o seu segundo mandato de governador entregando 40% das escolas da rede estadual no regime de tempo integral, a maior cobertura nacional, e o Programa ‘MS Alfabetiza’ contemplando os 79 municípios. Além disso, pagava o maior salário do país aos professores concursados, com o estado incluído entre os que mais ofereciam bolsas de pós-graduação e mestrado.
Naquele período, Mato Grosso do Sul atraiu R$ 60 bilhões em novas indústrias (como a Suzano, Inpasa e Arauco), gerando 45 mil empregos ao ano, em média, ficou em 5º do Brasil com a maior renda per capita e o 7º com a menor taxa de pobreza. Regionalizada, a saúde passou a acumular avanços. O primeiro passo foram os procedimentos de emergência com a Caravana da Saúde, que atendeu 250 mil pessoas.
A rede hospitalar conta com linhas especiais que otimizaram o atendimento. O ‘MS Saúde’, que deslancha com Riedel, teve seu impulso com os diversos investimentos na rede hospitalar. Construir e equipar com aparelhagem moderna e recursos humanos foram ações priorizadas por Azambuja em estabelecimentos hospitalares de Ponta Porã, Três Lagoas e Dourados (Regional), além de Campo Grande (Hospital do Trauma, do Câncer e Regional).






