Mesmo com a redução, a Argentina segue registrando, em um único mês, quase a inflação do ano inteiro no Brasil e no Paraguai.
O Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) da Argentina divulgou, na última quinta-feira (12/03), os números oficiais da inflação no país em fevereiro de 2026.

Conforme o boletim, o custo de vida dos argentinos teve alta de 2,9% no segundo mês do ano, mesmo percentual de janeiro.
Assim, no acumulado do bimestre, os preços subiram, em média, 5,9% no país.
Já no índice interanual, que leva em conta os últimos 12 meses, a inflação na Argentina está em 33,1%, acima das projeções do governo.
Para 2026, a gestão de Javier Milei espera concluir o ano com índice na faixa dos 20%.
Na divisão por regiões, o Nordeste da Argentina, onde fica a cidade fronteiriça de Puerto Iguazú, teve inflação de 3,1% em fevereiro, a terceira mais alta do país.
O segmento de alimentos e bebidas não alcoólicas puxou o aumento, com média de 4,5%.

Inflação no Brasil
No Brasil, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou ligeiramente acima do previsto pelo mercado para fevereiro de 2026.
De acordo com o levantamento, a inflação para o mês fechou em 0,7%, superando os 0,33% de janeiro.
O grupo Educação teve o maior aumento de preços, chegando a 5,1%, puxado por aspectos como os reajustes das mensalidades escolares.
No acumulado de 12 meses, a inflação no Brasil está em 3,8%. Para 2026, conforme o planejamento, as autoridades monetárias têm como meta o índice de 3%, com teto de até 4,5%.
Inflação no Paraguai
No Paraguai, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), do Banco Central do país, ficou zerado em fevereiro de 2026. Em janeiro, o índice fechou em 0,6%.
No cálculo interanual, que leva em conta os últimos 12 meses, a inflação está em 2,3% no Paraguai, abaixo dos 2,7% calculados em fevereiro de 2025.
Com informações do Portal H2Foz








