Ex-secretário e candidato a deputado federal disse que o setor avança porque o Estado tomou posição.

Palestrante do Encontro Novilho Precoce/Cenário Brasil, realizado segunda-feira (03/08), no Ondara Master, em Campo Grande, o ex-secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento, Jaime Verruck (Republicanos), pré-candidato a deputado federal, disse que as políticas públicas são essenciais para a pecuária, porque dão suporte indispensável às demandas do setor.
Verruck falou sobre o tema “Entre Desafios e Oportunidades: O Futuro da Pecuária de MS”, diante de 300 convidados, entre lideranças do agro, economistas e técnicos de várias regiões brasileiras.

Verruck destacou os resultados do Programa de Avanços na Pecuária de Mato Grosso do Sul (Proape) e seus subprogramas: Precoce MS; Carne Sustentável do Pantanal; Leitão Vida e Frango Vida. “É importante lembrar que Mato Grosso do Sul tomou posição de um programa de incentivo à pecuária, visando ao aumento de produtividade e sustentabilidade”, pontuou.
“Uma política pública precisa ter o resultado final, a redução da idade média, o aumento do volume de animais e a sustentabilidade”, disse, referindo-se ao Precoce MS.
Ele recorreu aos números oficiais para reforçar a sua argumentação e comparou dados dos primeiros semestres de 2025 e 2026. No caso do Precoce-MS, em 2025 eram 2.429 estabelecimentos ativos, com 675,4 mil animais abatidos e 545,8 mil incentivados.
Este ano, de janeiro a junho os resultados foram: 1.757 estabelecimentos ativos; 690.804 animais abatidos e 563.104 incentivados.
Ao comentar os demais subprogramas e seus respectivos resultados, reforçou a certeza sobre o quanto as políticas públicas são fundamentais para a melhoria da pecuária em Mato Grosso do Sul.
É uma base tradicional da economia que, para o ex-secretário, vem ganhando novo fôlego nos últimos 11 anos e meio, desde o governo de Reinaldo Azambuja, continuando com a gestão de Eduardo Riedel.
Verruck também apresentou o cenário do Brasil no Ranking Mundial de Competitividade: desceu ao 65º lugar entre 70 países, “mas o dinheiro estrangeiro continua entrando”.







