• Campo Grande MS, 3 de outubro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 03 de outubro de 2026

Petrópolis confirma 104 mortes devido às chuvas

  • 17 de fevereiro, 2022
  • Destaque, Geral
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Bombeiros seguem buscas por vítimas no estado do Rio de Janeiro

Pelo menos 104 pessoas morreram vítimas das chuvas mais intensas dos últimos 90 anos em Petrópolis, antiga cidade imperial, onde era travada na quarta-feira (16) uma corrida contra o tempo para encontrar eventuais sobreviventes debaixo da lama e dos escombros.

Até a noite desta quarta-feira, “104 mortes foram confirmadas”, informou a Defesa Civil do estado do Rio de Janeiro em seu último relatório. Vinte e quatro pessoas foram resgatadas com vida.

“O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro segue ininterruptamente, desde a tarde de terça-feira (15), as operações de busca e resgate por vítimas das fortes chuvas que atingiram o município de Petrópolis, na região serrana”, diz a nota.

“Os militares acessam todos os pontos seguros para as equipes. E, para isso, usam equipamentos como balão de iluminação, gerador, unidade rebocável de iluminação, refletores, headlamp e lanternas comuns. O protocolo exige, ainda, a presença de militares com apitos para casos de novos desmoronamentos.”

Um número que cresce sem parar com o passar das horas, após o temporal registrado na tarde de terça-feira na cidade localizada 68 km ao norte do Rio.

“Foi a pior chuva desde 1932”, declarou o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. “É quase uma situação de guerra”, completou.

Várias estradas de Petrópolis foram transformadas em rios caudalosos com correntezas que varreram tudo em seu caminho e deixaram um rastro de casas reduzidas a escombros e veículos empilhados na água e na lama.

Alguns pontos de Petrópolis receberam até 260 milímetros de chuva em menos de seis horas, um volume superior à média histórica para todo o mês de fevereiro (240 mm), segundo a agência meteorológica Metsul.

O Ministério Público do Rio de Janeiro informou que 35 pessoas foram “registradas” como desaparecidas em seu serviço de localização, embora os bombeiros e outras autoridades encarregadas dos resgates não tenham confirmado um número oficial de desaparecidos.

Vídeos que viralizaram nas redes sociais mostram imagens chocantes de algumas vias de Petrópolis transformadas em rios, arrastando tudo pelo caminho com uma força descomunal.

As equipes de resgate trabalham para socorrer os afetados, muitos dos quais procuram, em desespero, familiares e amigos em um devastador, constataram jornalistas da AFP.

“Ninguém esperava, foi desesperador, muito triste. Tenho amigos que estão desaparecidos”, disse Elisabeth Pio Lourenço, de 32 anos, moradora do bairro de Alta da Serra, em ruínas.

“Não quero ver chuva nunca mais na minha vida”, exclamou outro morador, Jerônimo Leonardo, de 47 anos, que na terça-feira teve que sair às pressas de casa, que ficou relativamente preservada.

Cerca de 400 militares trabalham em tarefas de socorro, juntamente com equipes da Defesa Civil e dos bombeiros, com cães, escavadeiras, caminhões, botes e uma dezena de aeronaves.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorPrefeitos da região do Pantanal elogiam investimento de R$ 56 milhões para o combate aos incêndios florestais
PróximoEstados repudiam projeto que altera ICMS dos combustíveisNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Motorista que subiu na calçada após mal súbito morre dois dias depois

3 de outubro de 2026

Inscrições para concurso da Câmara com salário de R$ 32 mil começam em 15 de outubro

3 de outubro de 2026

São Paulo e Corinthians decidem título do Brasileirão Feminino no Morumbis

3 de outubro de 2026

Bataguassu inaugura centro especializado para crianças e adolescentes com autismo

3 de outubro de 2026

Porsche Macan de R$ 500 mil tomba após colisão com van

3 de outubro de 2026

Atlético-MG encara Bragantino na Arena MRV em duelo adiado do Brasileirão

3 de outubro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com