Presidente da Assembleia, Gerson Claro, destaca papel estratégico do Estado na nova rota do desenvolvimento industrial e sustentável.

Durante a sessão ordinária desta quinta-feira (10/04), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado Gerson Claro, destacou com entusiasmo o avanço econômico do Estado, impulsionado pela consolidação do setor de celulose. O parlamentar participou na última quarta-feira (09/04) da cerimônia de lançamento da pedra fundamental da fábrica da Arauco no município de Inocência, marco que reforça a transformação do MS em polo de desenvolvimento sustentável.
“A velocidade de crescimento do nosso Estado é comparável à da economia chinesa. A combinação de estabilidade institucional com segurança jurídica tem sido decisiva para atrair investimentos privados, que já ultrapassam R$ 70 bilhões”, afirmou Gerson.
O evento contou com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, do governador Eduardo Riedel, além de diversas autoridades federais, estaduais e municipais.
Vale da Celulose: construção coletiva
Para Gerson Claro, a consolidação do chamado “Vale da Celulose” – que engloba projetos como a fábrica da Suzano em Ribas do Rio Pardo, a obra recém-iniciada da Arauco e o anúncio da unidade da Bracell em Bataguassu – é resultado de um esforço coletivo da classe política ao longo dos últimos anos.
“Não há um único ‘pai da criança’. Esse projeto é fruto da visão conjunta de lideranças políticas que agiram com responsabilidade e foco no futuro do Estado. O governador Eduardo Riedel, por exemplo, fez questão de visitar empresários, oferecer garantias institucionais e assegurar investimentos em infraestrutura, como rodovias e logística”, pontuou o presidente da Assembleia.
Fábrica da Arauco: impacto socioeconômico
A nova planta da Arauco em Inocência representa um dos maiores investimentos privados em curso no Brasil: serão R$ 30 bilhões destinados à construção da fábrica em uma área de 3.500 hectares. O empreendimento já mobiliza 3.800 trabalhadores e, no pico da obra, deverá empregar cerca de 15 mil pessoas diretamente. Atualmente, já são 200 mil hectares de eucalipto plantados para abastecer a produção de celulose.
“Estamos falando de um projeto que vai além da geração de riqueza. A Arauco demonstrou sensibilidade ao afirmar que sua atuação vai considerar não apenas a produção, mas o impacto social e ambiental. Isso inclui respeito ao meio ambiente, geração de emprego e transformação da cidade e da região”, destacou Gerson Claro.
Desenvolvimento com propósito
O presidente da Assembleia finalizou seu discurso com um tom otimista e inspirador. “É possível acreditar em um Brasil melhor. O desenvolvimento que estamos vivendo em Mato Grosso do Sul não é apenas econômico – ele carrega justiça social, inclusão e sustentabilidade. Isso mostra que estamos no caminho certo”, concluiu.
Foto: Flavio Paes/ALEMS








