• Campo Grande MS, 3 de setembro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 03 de setembro de 2026

Déficit de R$ 1,8 milhão leva Samu de Campo Grande à UTI

  • Geraldo Silva
  • 14 de março, 2024
  • Politica
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Rombo na saúde publica apurado por auditoria federal é mais um fruto da “era Marquinhos-Adriane”

De janeiro de 2022, quando Marquinhos Trad (PSD) era o prefeito, a junho de 2023, quando Adriane Lopes (PP) já havia completado 14 meses no poder, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) tinha sobre si um buraco orçamentário de R$ 1 milhão 800 mil. Enquanto isso, a população que mais necessita da saúde publica municipal, principalmente nos casos de urgência, amargava – e amarga até hoje – serviços claudicantes.

Atendimento do Samu deteriorou ao longo de gestões que não cuidam da saúde do povo como deveriam 

Os números deste rombo foram levantados durante uma auditoria do Ministério da Saúde, que apurou a incapacidade financeira da prefeitura para equilibrar ou cobrir as despesas contraídas – que somaram R$ 10,9 milhões no período – e o total de repasses efetuados, no valor de R$ 9 milhões. Em consequência, o nível do serviço despencou, sem recursos para pagamento de pessoal, manutenção, falta de remédios, deficiência na frota de socorro e infraestrutura de atendimento médico-hospitalar.

A prefeitura alega que ficou sem a totalidade dos repasses previstos. Entretanto, a auditoria do Sistema Nacional do SUS verificou que o Estado deixou de repassar apenas R$ 323 mil, mas desembolsou para o Município R$ 4,1 milhões naqueles 17 meses. Um retrato do desgoverno: as avaliações técnicas dos auditores registraram que o rombo coincidia com problemas graves no sistema, como a existência de oito ambulâncias inservíveis em uma frota envelhecida.

É inadmissível que uma prefeitura ofereça serviços precarizados de socorro médico-hospitalar

ERROS REPETIDOS

Adriane vem repetindo os mesmos erros de Marquinhos Trad, trocando de titulares na Secretaria Municipal de Saúde e desperdiçando os recursos com paliativos. As soluções não vieram, nem mesmo com a deterioração do atendimento, que passou a configurar-se como um serviço sem a agilidade necessária. As ambulâncias e o pessoal do Samu davam às solicitações uma resposta cada vez mais demorada – não por culpa do pessoal, em número insuficiente, nem das ambulâncias de uma frota não-renovada e sem manutenção adequada.

É inadmissível que uma prefeitura ofereça serviços precarizados de socorro médico-hospitalar, com um quadro insuficiente e desvalorizado de profissionais, carente de equipamentos essenciais e incapaz de assegurar aos socorridos a oferta total da lista de medicamentos básicos. Até os artigos obrigatórios para as emergências estavam em falta, entre eles o estetoscópio infantil, bandagens e protetores para queimados.

O superintendente estadual do Ministério da Saúde, Ronaldo Acosta, comenta que o governo federal renova a frota de veículos a cda cinco anos. No entanto, por ser um serviço de atenção especializada, cabe ao município cuidar da conservação, da manutenção e do bom uso das ambulâncias. De forma que, no caso da gestão da saúde campo-grandense, o que se tem é mesmo uma questão de desleixo, reforçado pela incompetência.

 

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorUm desgoverno que nem Mandrake dá jeito
PróximoMotociclista bate em animal, cai na pista e morre atropelado por carro na BR-163Next
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

CBF entrega Centro de Desenvolvimento do Futebol em Campo Grande com legado da Copa de 2014

3 de setembro de 2026

Bolsa reduz ganhos mas caminha para 12ª alta seguida

3 de setembro de 2026

Mercado pecuário estável em MS nesta quinta-feira

3 de setembro de 2026

Incêndio atinge duas casas abandonadas no Centro de Campo Grande

3 de setembro de 2026

Estudante da UFMS é preso pela 2ª vez com 3 mil arquivos de abuso infantil

3 de setembro de 2026

Filho esfaqueia mãe idosa em surto psicótico em Campo Grande

3 de setembro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com