• Campo Grande MS, 3 de outubro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 03 de outubro de 2026

Conta de luz pode subir com briga entre governo e térmica

  • 23 de fevereiro, 2022
  • Destaque, Economia e Agronegócio
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Tem notícias que os consumidores brasileiros não podem se manifestar, apenas torcer que o estrago seja menor no bolso. Como essa das distribuidoras de energia e grandes empresas que estão se mobilizando para reunir milhões de reais e cumprir uma decisão judicial liminar de primeira instância que o governo federal não consegue reverter e pode pressionar ainda mais a conta de luz.

O rateio milionário vai bancar um pagamento para a gaúcha Usina Termoelétrica Uruguaiana (UTE Uruguaiana), da Âmbar, empresa de energia do grupo J&F, o mesmo que é dono da companhia de carnes JBS.

A CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), responsável pela contabilidade do setor, já pagou os R$ 19 milhões considerados justos pelo poder público. Mas a Âmbar conseguiu na Justiça o diretor de receber cerca de R$ 740 milhões, e o pagamento precisa ser depositado até 9 de março.

A maior parte dessa despesa vai ser coberta pelas distribuidoras e, quando chegar na conta de luz, vai elevar a tarifa em 0,5%, segundo estimativa da AGU (Advocacia Geral da União). Pela regra, distribuidoras arcam com 70% desse tipo de despesa e grandes consumidores industriais, com 30%.

A área jurídica do governo ainda corre contra o tempo para conseguir suspender a decisão ou conseguir autorização para fazer o depósito em juízo, considerando que, efetuado o pagamento, o dinheiro não vai voltar.

Para entender como a situação chegou a tal impasse é preciso voltar alguns meses no tempo. No auge da seca e da crise de abastecimento, o governo criou uma espécie de programa emergencial para comprar energia de térmicas que estavam fora de operação.

A termelétrica de Uruguaiana, movida a gás, respondeu ao chamado e fez uma oferta. Como o momento era de desespero entre as autoridades, que tentavam evitar apagões, a Âmbar conseguiu um contrato por R$ 2.518,44 por MWh (megawatt-hora) —que serve de base para o cálculo dos R$ 740 milhões que a empresa defende receber.

Foi o segundo maior valor pago pela energia gerada a gás natural contratada pelo governo na crise. A empresa comprometeu-se a fazer entregas nos meses de outubro, novembro e dezembro de 2021.

Mas a térmica não conseguiu fazer a entrega no prazo previsto. A portaria de número 17, do MME (Ministério de Minas e Energia), que permitiu a compra emergencial de fornecedores térmicos, exigia a entrega mensal de ao menos 50% da energia estabelecida no contrato.

Alegando problemas com fornecedores de gás na Argentina e na Bolívia, a térmica da Âmbar entregou em outubro apenas 6,45% do acertado. O ONS descredenciou a usina e buscou outros fornecedores.

Insatisfeita, após garantir o fornecimento de gás, a Âmbar foi brigar na Justiça para poder entregar o volume de energia acertado no contrato emergencial. A partir do fim de novembro, começou a injetar eletricidade no sistema.

Naquele momento, porém, as chuvas já haviam começado a chegar aos reservatórios, derrubando o preço da energia e levando o governo a desligar usinas mais caras. Por isso, o governo entende que deve pagar R$ 19 milhões, não R$ 740 milhões.

Na ação, a empresa alega que o descumprimento do contrato foi causado por fatores externos não gerenciáveis, já que o governo argentino determinou a suspensão das exportações de gás, impossibilitando a geração em outubro.

Diz ainda que recebeu apoio do governo brasileiro para contornar o impasse junto ao governo argentino, o que indicaria a intenção de comprar a energia de Uruguaiana. Por fim, diz que pagou cerca de R$ 500 milhões por um novo contrato de gás.

A ação judicial afirma que a Âmbar “envidou seus melhores esforços para viabilizar a geração de energia elétrica pela UTE Uruguaiana” e que o cancelamento da oferta nos meses de novembro e dezembro foi “inadequado, desnecessário e desproporcional”.

A Âmbar conseguiu uma primeira decisão favorável em 31 de novembro. A juíza Ivani Silva da Luz, da 6ª vara da Justiça Federal no Distrito Federal, concordou que a empresa foi vítima de força maior e determinou, em decisão liminar, que a usina poderia fazer entregas referentes aos meses de novembro e dezembro, dentro dos parâmetros previstos no contrato original.

O ONS recorreu em 10 de dezembro e a União, em 13 de dezembro. As demandas já estão na mesa do desembargador Augusto Pires Brandão, do TRF 1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), em Brasília. Mas não houve manifestação até o momento.

A AGU alega que a Âmbar não cumpriu o prazo do contrato e perdeu direito a receber o valor acordado, que equivale a 39 vezes o valor médio do mercado em dezembro, cerca de R$ 67 por MWh. Foi esse o valor utilizado pela CCEE para efetuar o pagamento da Âmbar.

Para a AGU, no momento em que a térmica começou a gerar “não era do interesse do Operador Nacional do Sistema Elétrico, nem da União, utilizar energia da Âmbar”. O risco do suprimento de gás, acrescenta, era da companhia.

Em 31 de dezembro, um despacho do juiz de plantão do TRF 1 pediu urgência no cumprimento da decisão. Como o recurso do poder público não anda na segunda instância, e o prazo está expirando, a câmara determinou que as empresas enviem o dinheiro para fazer o pagamento.

A disputa com a Âmbar não é o único caso de problema enfrentado pelo governo com as térmicas contratadas durante a crise hídrica.

Os altos valores pagos por essa energia levaram a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) a criar a bandeira tarifária de escassez hídrica, que acrescenta na conta de luz R$ 14,20 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos.

O valor é 50% superior à bandeira tarifária mais cara vigente até o início da crise, mas nem assim foi suficiente para cobrir os custos das térmicas e hoje o governo negocia novo empréstimo ao setor elétrico, que pode chegar a R$ 10,8 bilhões, para cobrir o rombo.

O ONS diz que descredenciou a usina seguindo diretrizes da portaria 17/2021 do MME, que prevê o cancelamento de entregas futuras quando a geração é inferior a 50% da oferta, e que a térmica operou entre 3 e 31 de dezembro por força de liminar.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorSecretários agradecem Nelsinho Trad por emendas que transformam Aparecida do Taboado
PróximoComeçam hoje matrículas da primeira chamada do SisuNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Motorista que subiu na calçada após mal súbito morre dois dias depois

3 de outubro de 2026

Inscrições para concurso da Câmara com salário de R$ 32 mil começam em 15 de outubro

3 de outubro de 2026

São Paulo e Corinthians decidem título do Brasileirão Feminino no Morumbis

3 de outubro de 2026

Bataguassu inaugura centro especializado para crianças e adolescentes com autismo

3 de outubro de 2026

Porsche Macan de R$ 500 mil tomba após colisão com van

3 de outubro de 2026

Atlético-MG encara Bragantino na Arena MRV em duelo adiado do Brasileirão

3 de outubro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com