• Campo Grande MS, 14 de outubro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 14 de outubro de 2026

MP de São Paulo pede prisão de Lula em caso de tríplex

  • 11 de março, 2016
  • Destaque
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Os promotores Cassio Conserino, José Carlos Blat e Fernando Henrique Araújo, do Ministério Público do Estado de São Paulo, pediram a prisão preventiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por sua conduta no caso do apartamento tríplex do Guarujá, nesta quarta, 10. De acordo com os promotores, a prisão de Lula é necessária para garantir “a ordem pública, a instrução do processo e a aplicação da lei penal”. Eles afirmam que, se permanecer em liberdade, Lula pode destruir provas, fugir da Justiça e incitar sua “rede” de militantes para promover violência.

“Em sendo assim, imprescindível também se mostra o decreto da prisão preventiva do denunciado, em razão da conveniência da instrução criminal, pois os motivos são suficientes a permitir a conclusão de que movimentará ele toda a sua ‘rede’ violenta de apoio para evitar que o processo crime que se inicia com a presente denúncia não tenha seu curso natural, com probabilidade evidente de ameaças a vitimas e testemunhas e prejuízo na produção das demais provas do caso, impedindo até mesmo o acesso no ambiente forense, intimidando-as a tanto”, dizem os promotores.

Há, contudo, uma série de fragilidades no pedido de prisão preventiva feito pelos promotores. Eles não apontam evidências de que Lula tentou obstruir ilegalmente o trabalho do Ministério Público de São Paulo. Consideram que as manifestações de Lula após a condução coercitiva da Lava Jato, na sexta passada, nas quais o ex-presidente criticou severamente os procuradores de Curitiba, são suficientes para demonstrar que o petista atrapalha – e pode atrapalhar ainda mais, se permanecer solto – as investigações em São Paulo. Com Lula solto, dizem os promotores, a ordem pública também está ameaçada. Eles confundiram, assim, o direito do ex-presidente de se defender, política e juridicamente, com uma tentativa de impedir o trabalho do MP. Desse modo, até mesmo os recursos apresentados pelo ex-presidente na Justiça, na tentativa de ser liberado de prestar depoimento aos promotores, tornou-se, na argumentação deles, em razão para pedir a prisão de Lula.

Para os promotores, o mero poder de Lula como ex-presidente é motivo para prendê-lo, dado que, por sua influência, pode tentar atrapalhar as investigações. Uma prisão preventiva, porém, é coisa séria e grave. Pelas leis do país e pelo entendimento dos tribunais, só pode ser decretada mediante elementos sólidos de que o investigado está obstruindo o trabalho policial – ao, por exemplo, destruir ou tentar destruir provas. Fazer discursos, por mais virulentos que sejam, não atrapalha o trabalho de investigação a ponto de exigir uma medida tão grave quanto uma prisão preventiva. (Revista Época)

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorDelcídio cita Temer em delação premiada, segundo jornal
PróximoEstado deflaga ação de apoio a Operação Parajás na fronteiraNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Mercado Financeiro: Bolsa cai e dólar sobe

14 de outubro de 2026

Mercado Pecuário estável nesta quarta-feira

14 de outubro de 2026

 “Cautela” da Justiça : Ex-diretor da Santa Casa troca cela por prisão domiciliar

14 de outubro de 2026

Professor de Educação Física morre após carro invadir pista contrária e bater em caminhão na BR-060

14 de outubro de 2026

Pai que confessou matar filho autista para não pagar pensão pede avaliação de insanidade

14 de outubro de 2026

Papy cobra ação emergencial contra buracos em Campo Grande

14 de outubro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com