Polícia também apura relatos de abusos contra um bebê de dois meses e outra criança que estavam na residência no Universitário, junto com a vítima.
Elian Rodrigues de Souza, de 26 anos, foi preso na tarde desta sexta-feira (30/10) depois de fugir para uma área de mata no bairro Universitário, em Campo Grande.
Ele é suspeito de invadir uma casa, esfaquear uma mulher de 29 anos e cometer violência sexual contra ela. A Polícia Civil também apura denúncias de que duas crianças presentes no imóvel, incluindo um bebê de dois meses, teriam sofrido toques de natureza sexual.
Segundo informações preliminares, o suspeito teria chegado à residência na Rua Dom Henrique procurando pelo marido da vítima, com a intenção de matá-lo. Ao não encontrá-lo, teria atacado a mulher com uma faca, causando ferimentos no pescoço, e praticado violência sexual contra ela.
Crianças estavam no local durante agressões
O relato policial indica que duas crianças estavam na casa no momento das agressões. Entre elas estava um bebê de apenas dois meses; a outra criança também seria filha da vítima.
Conforme a ocorrência, ambas teriam sido alvo de toques de natureza sexual pelo homem, fato que deverá ser investigado pela Polícia Civil.
O marido da mulher chegou à residência durante o ataque e entrou em luta corporal com o suspeito, que conseguiu escapar e correr para a vegetação próxima.

PM cerca mata e prende fugitivo
Após serem acionadas, equipes da Polícia Militar organizaram buscas na região. Participaram da operação a Rotac (Rondas Ostensivas Táticas e Apoio ao Choque) e a Força Tática, que realizaram um cerco na área de mata até localizar o fugitivo.
Imagens obtidas pela imprensa mostram Elian correndo pela vegetação sem camisa e vestindo apenas uma bermuda. Depois da captura, ele foi encaminhado à delegacia, e a ocorrência deve ficar sob responsabilidade da Depac Cepol (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário).
Vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros
A mulher de 29 anos foi atendida pelo Corpo de Bombeiros e levada à UPA Universitário. Até a última atualização, não havia informações sobre seu estado de saúde.
A Polícia Civil deve apurar as circunstâncias do ataque, a violência sexual contra a mulher e as denúncias envolvendo as duas crianças.







