Candidato a deputado federal propõe maior investimento em tecnologia e inteligência para a fronteira.

Para qualificar o desenvolvimento social, sustentável e econômico de Mato Grosso do Sul, o candidato a deputado federal Jaime Verruck (Republicanos) considera como condição indispensável redimensionar a estrutura e o alcance das políticas públicas de segurança, mobilizando as forças e atribuições operacionais da União, estados e municípios. Para ele, a planilha de investimentos neste setor precisa ser compatível com o tamanho do desafio.
“A variedade, a dimensão e os recursos das atividades criminosas, com grupos e estruturas bem organizados e influentes, criaram um poder paralelo e extremamente preparado para reagir às forças da lei”, observa o candidato.
Para fazer o enfrentamento com boas perspectivas de êxito, Verruck salienta que o poder público deve redobrar os investimentos na valorização e na qualificação das forças de repressão e controle, além de equipá-las com serviços avançados de inteligência, tecnologia e logística.
Plano de ação
Estas avaliações compõem o eixo 7 do Plano de Ação Parlamentar 2027-2030, alinhado ao tema “Tecnologia a favor da Segurança Pública. “Integração e inteligência ajudam a proteger as pessoas, recuperar bens, enfrentar os crimes digitais e organizar a atuação nas fronteiras”, assinala Verruck, justificando o cuidado que teve ao incluir a pauta no caderno de propostas para o mandato na Câmara dos Deputados. “Um dos objetivos é usar a tecnologia com treinamento, supervisão humana, transparência e avaliação contínua de resultados”, afirma.
Verruck que é economista e de 2015 até abril deste ano liderou a Semadesc (Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, explica que tecnologia em segurança combina comunicação, dados, análise criminal, gestão de operações e perícia.
“As equipes compartilham informação confiável e protocolos comuns, permitindo que a resposta fique mais rápida. A investigação ganha qualidade e a prevenção chega antes ao território”, afiança.
Articulação
A proposta, prossegue Verruck, articula estados e União em uma mesma arquitetura de alertas, imagens e evidências. O eixo prioriza a proteção de mulheres e crianças, transformando medidas protetivas e sinais de risco em atendimento coordenado e acompanhamento contínuo.
Já o laboratório digital, financeiro e pericial ampliará a capacidade de investigar fraudes e crimes digitais, com núcleos regionais e qualificação de profissionais. A fronteira inteligente e a evidência digital também entram como proposta de ação efetiva com foco em coordenar presença operacional, inteligência e cadeia de custódia nos principais corredores de fronteira, diz. “Isto proporciona operações mais coordenadas, maior qualidade da prova e redução de crimes transnacionais”, conclui.
Jaime Verruck: propostas qualificadas para política pública de segurança. (Foto: Mairinco de Pauda).






