Candidato quer ser o senador do agro e propõe um Senado que vai levar adiante as pautas dos setores produtivos.
O ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) disse que já sugeriu ao presidenciável do partido, Flávio Bolsonaro, que se for o vencedor desta disputa eleitoral inclua entre os primeiros atos de governo a extinção do Ministério do Meio Ambiente, submetendo suas atribuições a um setor da Pasta do Desenvolvimento. “Eu disse a ele, recentemente, que para o Brasil avançar é preciso acabar com a burocracia, com esta politização do ministério”, relatou.
Candidato ao Senado, Azambuja reiterou seu compromisso com as causas desenvolvimentistas e declarou que, se for eleito, pretende ser o “senador do agro brasileiro”. Ao salientar a intenção de “trabalhar duro para destravar as barreiras ambientais”, criticou o excesso de burocracia e caprichos criados pela esquerda com o único objetivo de atrapalhar quem produz e gera empregos.
“No Senado, vamos trabalhar para garantir crédito acessível, mais segurança para produzir, apoio ao setor e valorização de quem trabalha e gera riqueza para o Brasil. O agro abre mercados, movimenta a economia e ajuda a colocar salário no bolso de milhões de brasileiros”, disse.
Para ele, o agro mais forte é “o Brasil crescendo, gerando empregos, renda e mais oportunidades para todos”.
Experiência
Azambuja comentou que se for convidado por Flávio para atuar na equipe de transição, aceitará de bom grado. “Tenho experiência de gestão acumulada em Mato Grosso do Sul, com propostas concretas para desatar os nós burocráticos que travam o crescimento do país”, alinhou.
E frisou que a integração do Meio Ambiente com a Pasta do Desenvolvimento é uma medida estratégica “para despolitizar o debate, eliminar as barreiras artificiais e garantir agilidade a setores essenciais como a indústria, o comércio, a infraestrutura e o agronegócio”.
A seu ver, projetos vitais, como a dragagem para a navegação no Rio Paraguai e a logística do Pantanal, comprovam ser possível aliar a preservação e a competitividade sem ceder a entraves ideológicos. “O foco principal deve ser sempre sentar-se à mesa, dialogar e resolver os problemas práticos, defendendo quem produz e gera riquezas”.







