Candidatos debatem compromissos do mandato com as principais reivindicações da comunidade.

Para Jaime Verruck (Republicanos), candidato a deputado federal, e Paulo Duarte (PSDB), buscando a reeleição de deputado estadual, todo mandato precisa estar sempre fiel às legítimas aspirações da sociedade. E é com esta convicção que eles vem percorrendo bairros e vários ambientes sociais, de trabalho, ensino e lazer para ouvir as comunidades e melhorar as propostas de trabalho.
Segundo Verruck, que é economista e doutor em Desenvolvimento e Planejamento Territorial, a participação popular não pode ser um mero protocolo, mas um item decisivo na definição das políticas públicas. A seu ver, todos os mandatos eletivos e as gestões executivas da política devem ser legitimados pela presença efetiva das forças comunitárias.

Respostas seguras
Paulo Duarte considera que a gestão participativa tem sido a maior responsável pelos acertos dos governantes na formatação na execução de programas de desenvolvimento social e econômico. Para ele, ao ouvir as sugestões, críticas, opiniões e cobranças das bases de vida e trabalho da população os agentes políticos encontram respostas seguras para resolver problemas que afetam o conjunto de uma sociedade.
Este pensamento vem impulsionando as campanhas de Verruck e Duarte. Em Campo Grande, suas agendas de campanha dão destaque ao debate sobre problemas de cada comunidade ou região que visitam. Na terça-feira (15/09), um dos núcleos populacionais que eles visitaram, o Bairro Itanhangá, registrou a participação de cerca de 100 pessoas para discutir as demandas locais e conhecer o que pode ser feito.
Segundo Verruck, estas reuniões são produtivas e contribuem para que os candidatos aprimorem projetos e iniciativas com as sugestões dos participantes. “Ouvimos o que as pessoas precisam e falamos sobre o que pensamos em termos de melhoria concreta. E é um diálogo fundamental para podermos avançarmos nas diferentes áreas”, salientou. “Podemos, com estas conversas, fortalecer laços e construir soluções”, frisou Duarte.





