Candidato ao Senado também defende atualização da tabela SUS e maior participação federal no financiamento da saúde

O candidato ao Senado Reinaldo Azambuja (PL) afirmou, durante reunião política nesta semana, que o cenário econômico brasileiro tem contribuído para o fechamento de empresas e lojas. Segundo ele, mais de 1.700 empresas teriam encerrado atividades no país. Entre os exemplos citados estão as Casas Bahia, que fecharam 298 unidades e acumulam R$ 10,1 bilhões em prejuízos e R$ 17,3 bilhões em dívidas, conforme dados mencionados pelo candidato.
Em Mato Grosso do Sul, foram sete lojas da rede fechadas, segundo o Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande (SECCG), com 130 trabalhadores demitidos. As unidades ficavam em Campo Grande, Dourados, Ponta Porã, Naviraí, Nova Andradina e Três Lagoas.
Reinaldo criticou o aumento do custo de vida e o endividamento das famílias e defendeu mudanças na condução econômica do país. “Hoje, está tudo caro, a receita está baixa e a economia não cresce”, afirmou.

ATUALIZAÇÃO DA TABELA SUS
Na mesma agenda, Reinaldo defendeu maior participação do governo federal no financiamento da saúde e a atualização da tabela SUS e do Teto MAC, que financia procedimentos de média e alta complexidade.
Segundo o candidato, a participação da União no custeio da saúde teria caído de 52% para 40% nas últimas duas décadas. Ele afirmou que a defasagem ameaça hospitais filantrópicos e Santas Casas. Representantes do Hospital de Câncer Alfredo Abrão e do Hospital São Julião também defenderam a revisão dos valores pagos pelo SUS. “A despesa aumentou muito, mas o recurso não é suficiente”, declarou Reinaldo.






