“Ajudei a transformar um Estado que tinha as contas no vermelho no segundo que mais cresce”, afirma o candidato.
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Ao destacar as perspectivas de crescimento de Mato Grosso do Sul e os compromissos com esse processo, o ex-governador e candidato do PL ao Senado, Reinaldo Azambuja, discorreu sobre a determinação que o fez encarar mais este desafio: “Cada parte da minha história deixou um aprendizado diferente e um resultado concreto para mostrar. À frente do governo, eu ajudei a transformar um Estado com contas no vermelho no segundo que mais cresceu no Brasil”.
Em seguida, assinalou que atualmente o Estado apresenta um dos menores índices de desemprego, educação pública entre as melhores do país e R$ 8 bilhões investidos diretamente nos 79 municípios. “Tudo isso com responsabilidade fiscal, sem abandonar quem mais precisava. Agora, o próximo passo é o Senado, para levar até Brasília o conhecimento de quem conhece Mato Grosso do Sul município por município, e defender o próximo ciclo de desenvolvimento de um Estado que tem muito mais pela frente”.

“Peguei um Estado no vermelho e ajudei a fazê-lo no segundo estado que mais cresce”.
A candidatura de Azambuja está sustentada por vigorosas marcas de sua presença na vida pública, iniciada em 1996, quando disputou e venceu as eleições para a Prefeitura de Maracaju. Depois de administrar a cidade por duas gestões consecutivas, foi deputado estadual, deputado federal e governador em dois mandatos, além de presidir a Associação dos Municípios (Assomasul). Estas experiências o consolidaram entre as grandes lideranças municipalistas brasileiras.
Presidente regional do PL, Azambuja faz sua caminhada em busca do mandato senatorial mobilizando o arco de alianças fechado em favor da chapa majoritária que tem à frente o governador Eduardo Riedel (PP), candidato à reeleição.
Propõe um debate de alto nível temático para que a sociedade participe com sugestões, ponderações e críticas, além de fazer o contraponto a setores que, eventualmente, duvidem da capacidade e do potencial sul-mato-grossense. “O nosso Estado, hoje, é solução. E está apto para enfrentar e vencer os problemas que surgirem”, sentencia.






