• Campo Grande MS, 5 de setembro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 05 de setembro de 2026

MS é referência em políticas públicas inclusivas e emancipistas  

  • Geraldo Silva
  • 4 de junho, 2026
  • Assistência Social, Transparência
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook
Estado é 5º do País em número de famílias em programas sociais com incentivo para sair da dependência governamental.
Marcos Calonga exibe a Carteira de Trabalho, símbolo de sua emancipação social. (Foto: Monique Alves).
Políticas públicas bem sucedidas de auxílio social de emergência, porém de conceito emancipista, é uma pauta que tem Mato Grosso do Sul na conta dos melhores resultados no Brasil.
De acordo com dados oficiais, o Estado é o 5º no País com o menor número de pessoas dependentes de programas sociais.
As políticas públicas do governo estadual prestam o socorro alimentar ou financeiro às famílias mais necessitadas, porém ao mesmo tempo as capacitam ou criam condições para que conquistem os próprios meios ao seu sustento.
Marcos Gabriel foi atrás de outras oportunidades. Trabalhou como zelador de uma igreja e hoje é vigilante em uma entidade sindical rural. Os filhos de 17 e 18 anos, também  trabalham e a renda hoje já é suficiente para garantir dignidade à família, sem a necessidade do auxílio.
Um desses programas é o “Mais Social”, suporte decisivo para a vida de Marcos Calonga, 34, um dos 27,6 mil sul-mato-grossenses que desde 2023 devolveram o cartão “Mais Social” porque melhoraram de vida e não precisaram mais do benefício. Ele fez sua inscrição em 2018. Estava desempregado e sobrevivia de “bicos”, com renda insuficiente para manter a casa e a família.
Cinco anos depois encontrou trabalho, conversou com a esposa e decidiram parar de receber para que outras pessoas pudessem entrar no programa.
MS atinge menor desigualdade social desde 2016 e inicia entrega de cartões da busca ativa . (Foto: SEAD)
Para as mães “solo” que recebem o Mais Social o governo criou o  Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, que paga um auxílio adicional de R$ 600 por criança com idade de zero a 3 anos, 11 meses e 29 dias.
Assim, elas podem deixar os filhos em local seguro  nos horários de trabalho, mediante a comprovação de vínculo empregatício ou de recolhimento previdenciário.
As beneficiárias que decidirem frequentar ensino regular ou EJA (Educação de Jovens e Adultos) recebem um adicional de R$ 300,00 por mês.
Outro programa, o MS Supera, paga uma bolsa de R$ 1.621,00 por mês a alunos de baixa renda que fazem cursos de educação profissional técnica de nível médio e estudantes de instituições públicas ou privadas.
Menos pobreza 
Com todas estas medidas, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,74% em Mato Grosso do Sul, em apenas dois anos, passando de 2,7% para 1,6%, conforme o IBGE.
Este é o 3º menor índice de extrema pobreza do Brasil. Além disso, 34 mil famílias já saíram da condição de insegurança alimentar.
A redução da vulnerabilidade social é atestada também pelo CAD Único. De março de 2024 a março de 2026), saíram da faixa de pobreza em Mato Grosso do Sul 44.604 pessoas, que registrou também uma taxa de desocupação de 2,4% no último trimestre de 2025, a menor da série histórica do Estado e a 2ª mais baixa do País.
As políticas públicas são executadas pela Secretaria Estadual de Cidadania (Sead).
Capa: Cartão Social é entregue pela Sead para as famílias em situação vulnerável. (Foto: Laucymara Ayala)
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorFeriado de Corpus Christi: Dia ensolarado na Capital
PróximoJustiça inocenta Azambuja e derruba todas as acusaçõesNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Feriado de 7 de setembro: veja o que abre e o que fecha em Campo Grande

5 de setembro de 2026

Jovem de 21 anos é baleada na lombar em ataque a tiros no Jardim Nhanhá

5 de setembro de 2026

Estrutura de supermercado desaba sobre trabalhadores e mata dois no Aero Rancho

5 de setembro de 2026

300 milhões em investimentos: Brastemp e Consul trocam Argentina pelo Brasil

5 de setembro de 2026

Maracaju, onde começam histórias que chegam longe

5 de setembro de 2026

Corinthians tenta frear crise em casa contra lanterna Chapecoense no Brasileirão

5 de setembro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com