Ex-secretário pretende levar para Brasília mais de 10 anos precisa de quem provou que entende e sabe fazer, “Mato Grosso do Sul sempre foi maior do que o Brasil enxerga. Eu sabia disso. E passei mais de uma década provando”.

A afirmação é do ex-secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck, e foi enfatizada ao destacar os principais recortes conceituais e políticos que vai defender na campanha por uma das vagas na Câmara dos Deputados.
Ele toma como ponto de partida para definir seus compromissos o acúmulo de conhecimentos e experiências profissionais e, sobretudo, os desafios que enfrentou durante o tempo que serviu ao Estado nas gestões de Reinaldo Azambuja (2015-22) e de Eduardo Riedel, de 2023 a abril de 2026. “Quero levar a Brasília mais de 10 anos de entregas, e aprendizado, de compromisso com nosso Estado”, acentua.
Boas mudanças
Verruck diz que em mais de uma década trabalhou para que Mato Grosso do Sul pudesse crescer. “Não como político, gestor, economista, servidor público. Eu ajudei a abrir novos caminhos, a consolidar o Vale da Celulose como um conceito reconhecido, a Rota Bioceânica, o MS Carbono Neutro e outros projetos para transformar o Estado”, comenta.
Em seguida, realça mudanças positivas na vida das pessoas impactadas diretamente pela oportunidade de trabalho no início de cada projeto.
Faz enfática observação sobre a importância da capacitação, do conhecimento e do esforço: “O meu trabalho diário e a própria vida me mostram todos os dias que crescimento de verdade só chega quando vem acompanhado de qualificação, de emprego, de renda, de oportunidades. E este é um valor que eu carrego comigo aonde quer que vá. Agora, chegou a hora de dar um novo passo”.
Para ele, não foi sorte, foi estratégia de gestão, o eucalipto virar polo florestal, Porto Murtinho se tornar porta de entrada para o Pacífico, o Cerrado e o Pantanal mostrarem ao mundo que é possível produzir com responsabilidade. “Vi trabalhadores mudando de categoria, ganhando mais e transformando a própria vida. Isto é acreditar no Estado quando muita gente ainda duvidava”.
Verruck exulta com o fato de Mato Grosso do Sul ser uma referência de progresso em celulose, em bioenergia, em agro e em sustentabilidade. “Os R$ 109 bilhões em investimentos captados falam por si”, exemplifica. E arremata: “O trabalho não acabou. Tem muito mais a ser construído e o próximo capítulo se escreve em Brasília, porque Mato Grosso do Sul não precisa de promessa, precisa de quem já provou que entende e sabe fazer”.






