Quatro anos sem “Zula”: a lembrança viva de um amigo que segue entre nós.

No dia 30 de abril de 2022, Campo Grande se despediu fisicamente de uma de suas figuras mais queridas: Geraldo Marcondes, o nosso inesquecível “Zula”. Advogado respeitado, daqueles que exerciam a profissão com ética e humanidade, ele também era presença certa nas rodas de amigos, onde sua alegria era tão marcante quanto sua lealdade.
Zula era desses homens completos — craque nos campos de futebol, apaixonado pelo samba e dono de uma convivência leve, agregadora, que transformava qualquer encontro em memória boa. Amigo de primeira hora, daqueles que não faltam, ele construiu ao longo da vida uma rede de afeto sólida, feita de risos, conversas sinceras e gestos simples que diziam muito.
Mais do que suas qualidades profissionais ou talentos, Zula era, acima de tudo, uma joia de família — presente, generoso e profundamente humano. Sua partida deixou um vazio difícil de traduzir, mas também um legado que insiste em permanecer vivo nos detalhes do cotidiano, nas histórias recontadas e nas saudades compartilhadas.
Passados quatro anos, a ausência ainda é sentida, mas a presença se reafirma de outra forma — na memória que não se apaga, nos ensinamentos que ficaram e na certeza de que pessoas especiais nunca vão por completo. Permanecem nas melhores lembranças, nos gestos que inspiraram e no carinho que deixaram.
Zula segue entre nós. Porque saudade, quando é verdadeira, não é distância — é presença.








