Bolsas dos EUA avançam com Estreito de Ormuz reaberto. Por volta das 10h37 o Ibovespa registrava alta de 0,29% com 197.392 pontos e o dólar em queda de 0,77% estava cotado a R$4,96.

Ibovespa sobe, mas reduz fôlego, aos 197,2 mil pontos na abertura. Dólar comercial cai a R$ 4,96 e juros futuros recuam.
Maioria das ações hoje avançam, mas Petrobras (PETR4) é destaque negativo, com perdas de até 6%, na esteira da queda dos barris de petróleo, que caem 10%.
Irã declara o Estreito de Ormuz “completamente aberto” em consonância com o cessar-fogo no Líbano. Trump confirma desbloqueio e promete acordo final “muito rapidamente”.
Tesouro Direto tem “circuit breaker” com juros em forte baixa após liberação de Ormuz.
Ibovespa reduz os ganhos e tenta manter na casa dos 197 mil pontos.
Petróleo cai mais de 10% após ministro do Irã declarar aberto Estreito de Ormuz
Os preços do petróleo caem mais de 10% nesta sexta-feira, ampliando as perdas anteriores, depois que o ministro das Relações Exteriores do Irã disse que a passagem de todas as embarcações comerciais pelo Estreito de Ormuz estava aberta durante o restante do período de cessar-fogo.
Os contratos futuros do petróleo Brent LCOc1 estavam em queda de US$10,38, ou 10,5%, a US$88,95 o barril, por volta das 11h (horário de Brasília), depois de caírem para uma mínima de sessão de US$87,71.
Os contratos futuros do petróleo West Texas Intermediate dos EUA CLc1 caíam US$10,50, ou 11%, para US$ 84,28 o barril, depois de atingirem US$83.
Ambos os contratos estavam sendo negociados em seu nível mais baixo desde 11 de março. “Os comentários do ministro das Relações Exteriores do Irã indicam uma desescalada enquanto o cessar-fogo estiver em vigor, agora precisamos ver também se o número de navios-tanque que cruzam o estreito aumenta substancialmente”, disse o analista do UBS Giovanni Staunovo.
Os preços já haviam caído no início da sessão, uma vez que possíveis novas negociações entre os EUA e o Irã no fim de semana e um cessar-fogo de dez dias entre o Líbano e Israel aumentaram as esperanças dos investidores de que a guerra no Oriente Médio poderia estar perto do fim.
Com informações da Agência Reuters






