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Campo Grande, 01 de outubro de 2026

Flávio e o agro são as soluções do novo Brasil, diz Azambuja

  • Geraldo Silva
  • 10 de abril, 2026
  • Economia e Agronegócio, Politica
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Na 86ª Expogrande, ex-governador afirma que produtores não precisam de governo, mas de segurança
Azambuja, com Riedel e Flávio na Expogrande: palavras de incentivo aos produtores (Foto: Redes Sociais)
“O agronegócio não precisa de favores do governo. Precisa é ter condições para continuar trabalhando em paz, em segurança”. Esta foi uma das enfáticas afirmações do ex-governador e presidente estadual do PL, Reinaldo Azambuja, ao discursar na abertura da 86ª Expogrande, e dirigir-se aos produtores rurais ao lado do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do partido à presidência da República.
Com o Parque de Exposições Laucídio Coelho completamente ocupado por produtores da agricultura e pecuária, Azambuja assinalou que Flávio representa a resposta procurada pelo agro para continuar no processo de crescimento.
Defendeu a união da classe ruralista torno do pré-candidato a presidente e de suas propostas, “comprometidas com uma agenda nacional voltada à segurança jurídica, infraestrutura e valorização dos setores produtivos”.
Segundo o ex-governador, desde que foi indicado pelo pai – o ex-presidente Jair Bolsonaro – em 05 de dezembro, Flávio não precisou mais de quatro meses para demonstrar que é “um homem preparado, um líder com capacidade de diálogo e sensibilidade para ouvir as demandas do campo e da economia”.
Para sustentar esta avaliação, comentou que as pesquisas de intenção de voto já trazem números com o pré-candidato do PL empatado ou à frente do presidente Lula (PT).
“Ele é um homem do diálogo, sabe ouvir e agrega ao DNA do pai sua juventude, vivência e conhecimento”, enalteceu Azambuja, convicto que sua fala repercutiria intensamente ao ser reverberada na Expogrande,  uma das maiores vitrines do agronegócio no Centro-Oeste, colocada em um momento de forte mobilização do setor produtivo em torno de pautas ligadas à logística, crédito, segurança no campo e competitividade.
Documento 
Azambuja frisou sua satisfação quando ele e o governador Eduardo Riedel (PP) entregaram a Flávio, semana passada, um diagnóstico detalhado dos principais problemas enfrentados pelo agro no Estado e no País.
O documento, elaborado por produtores e técnicos especializados, focaliza desafios e soluções estruturantes para o setor. “O agro não precisa de favores de governo. Precisa, sim, é ter condições para continuar trabalhando em paz”, sentenciou.
Pré-candidato ao Senado, o ex-governador chamou a atenção para a relevância do agro na economia nacional. Mencionou dados marcantes do crescimento da produção agropecuária brasileira. Um desses dados revela que desde 1975 a produção agrícola saltou de 38 milhões para 354 milhões de toneladas, um crescimento de 831%, enquanto a área plantada avançou 200% no mesmo período.
Azambuja não deixou de ressaltar a força da pecuária, observando que o Brasil tem o maior rebanho comercial do mundo, com 238 milhões de cabeças, e que o agronegócio responde por 49% da balança comercial do país.
Outro ponto enfatizado foi a dimensão da cadeia de agrosserviços e agroindústrias, que segundo ele, movimenta a economia e garante o pagamento de aproximadamente 29 milhões de salários por mês.
Fortalecimento do agro é uma das prioridades de Flávio, segundo Azambuja. (Foto: Redes Sociais).
Segurança jurídica 
Entre as prioridades para que o setor continue avançando, o presidente do PL-MS defendeu políticas públicas justas e desenvolvimentistas, seguro para a atividade, segurança jurídica, proteção ao patrimônio rural e investimentos pesados em infraestrutura logística. “É inadmissível que 80% de uma safra inteira ainda rode em caminhões”, atacou, referindo-se a um dos gargalos no escoamento e nos itens de competitividade da produção.
O desenvolvimento crescente de Mato Grosso do Sul teve também um tratamento diferenciado no discurso. Avanços como o aumento em mais de 100% na sua produção nos últimos dez anos e obras estratégicas para o próximo ciclo de crescimento – como a dragagem do Rio Paraguai, a retomada da ferrovia e a aceleração das rodovias que ligam o Estado à Rota Bioceânica – foram enfatizadas.
Para Azambuja, esses investimentos carimbam o protagonismo do Estado, reduzindo os custos e ampliando a competitividade.
Ao concluir, explicou que seu papel político hoje é fortalecer a união em torno de um projeto de país que valoriza a quem produz. “Portanto, Flávio Bolsonaro, é a resposta que o país precisa para continuar crescendo. Ele e o agro são as soluções para o novo Brasil ”, arrematou.
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