• Campo Grande MS, 19 de agosto de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 19 de agosto de 2026

Pix transforma cenário financeiro e acelera desaparecimento do dinheiro físico no Brasil

  • 29 de novembro, 2025
  • Economia, Geral
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Sistema instantâneo revoluciona pagamentos, reduz uso de cartões e impulsiona inclusão econômica.

Ao oferecer transações instantâneas e gratuitas para pessoas físicas, tornou-se mais eficiente que cartões tradicionais e acelerou o e-commerce ao ampliar a liquidez disponível.

Ao longo da história, o ser humano desenvolveu diferentes formas de representar valor: sal, bois, metais preciosos, moedas e, mais tarde, o papel-moeda — invenção chinesa que substituiu a necessidade de carregar metais. Agora, o Brasil protagoniza um novo marco global ao criar um meio de pagamento que redefine o futuro do dinheiro: o Pix.

Desde seu lançamento, o sistema de transferências instantâneas do Banco Central se tornou um meio de pagamento rápido, barato e universal, levando o dinheiro físico à obsolescência. Saques e pagamentos em espécie despencaram, o uso de cartões perdeu espaço e milhões de brasileiros foram integrados ao sistema financeiro sem custo adicional.

O Pix eliminou intermediários, reduziu taxas, ampliou lucros para comerciantes e diminuiu despesas para consumidores. Ao oferecer transações instantâneas e gratuitas para pessoas físicas, tornou-se mais eficiente que cartões tradicionais e acelerou o e-commerce ao ampliar a liquidez disponível.

Além disso, sua rastreabilidade ajuda a combater corrupção, lavagem de dinheiro e sonegação, apesar das críticas envolvendo perda de privacidade — algo já fragilizado em um mundo guiado por smartphones, biometria e comunicação digital.

Sua evolução também impressiona: Pix automático, parcelado, agendado, integrado a cobranças e marketplaces. Todos esses serviços ampliam seu alcance e substituem usos antes exclusivos de dinheiro ou cartão.

O impacto global tende a ser ainda maior. Especialistas projetam que sistemas de pagamento instantâneo — como Pix (Brasil), FedNow (EUA), TIPS (Europa) e UPI (Índia) — possam ser integrados futuramente. Isso permitiria transferências internacionais em segundos, com conversão automática de moedas e custos praticamente nulos, tornando o sistema financeiro mais rápido, barato e descentralizado. Um avanço comparado ao impacto do WhatsApp na comunicação mundial.

O resultado pode ser um mundo onde o papel-moeda desaparece, o dólar perde parte de sua centralidade operacional e moedas nacionais competem como plataformas digitais. Um cenário em que o Brasil é protagonista.

Planserv enfrenta desafios e precisa de reestruturação

O Planserv, plano de saúde dos servidores estaduais, atende quase 600 mil beneficiários e possui inadimplência zero — fator que, em tese, garantiria equilíbrio financeiro. No entanto, enfrenta precarização no atendimento e déficit: em 2023, foram R$ 2 bilhões de receita contra R$ 2,2 bilhões de despesas.

Com nova gestão, o governo apresentou proposta que inclui a definição de um percentual único de contribuição para os beneficiários, mas especialistas reforçam que isso deve vir acompanhado da ampliação do aporte do Estado, que caiu de 5% para 2,5%.

Outra necessidade urgente é expandir a rede de credenciados. Apostar na centralização em rede própria, como no Hospital de Brotas, mantém o atual sistema de cotas — considerado inviável por profissionais. Para superar o problema, seriam necessários:

-aumento da contribuição dos beneficiários;

-maior participação financeira do governo;

-pagamentos em dia aos prestadores;

-reajuste anual dos serviços;

-gestão profissional, livre de interferências políticas.

Com esses ajustes, o plano tem potencial para se sustentar e melhorar o atendimento aos servidores.

Informações do Portal A Tarde.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorUma gestão se afunda num poço babilônico de desacertos
PróximoRelação Brasil–Paraguai avança: Presidente do Senado paraguaio chega a Brasília dia 9Next
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Corrida às eleições reúne 12 vereadores de Campo Grande

19 de agosto de 2026

Glória Menezes morre aos 91 anos e deixa legado de mais de seis décadas na TV brasileira

19 de agosto de 2026

Mega-Sena acumula e prêmio salta para R$ 50 milhões

19 de agosto de 2026

Nelsinho fortalece iniciativa do Senado que conscientiza e prepara a juventude

19 de agosto de 2026

Azambuja: “Confio na energia de um povo que caminha junto comigo”

19 de agosto de 2026

Frente fria avança sobre MS e derruba temperaturas no sul do Estado

19 de agosto de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com