Vítima era uma mulher com mais de 80 anos. Este ano no Brasil foram registradas 23 mortes por chikungunya, destas 69% concentradas em MS.
Bonito soma 174 casos prováveis de chikungunya e apresenta incidência de 695,1 registros por 100 mil habitantes. O índice é considerado alto e caracteriza situação epidêmica.
Bonito, município a 297 quilômetros de Campo Grande, confirmou a terceira morte por chikungunya neste ano, conforme dados divulgados pelo Ministério da Saúde no painel de monitoramento de arboviroses nacionais, neste sábado (09/05).
A vítima era uma mulher com mais de 80 anos. Com o novo registro, Mato Grosso do Sul chegou a 16 mortes pela doença em 2026.
O município já havia registrado outros dois óbitos provocados pela chikungunya. Em 19 de março, um homem de 72 anos morreu por complicações da doença. Em 20 de abril, uma mulher de 87 anos também perdeu a vida. Os dois pacientes tinham comorbidades.
Além de Bonito, os demais registros ocorreram em Dourados, com dez mortes, Jardim, com dois casos, e Fátima do Sul, com um.
A prefeitura de Dourados também confirmou a morte de um bebê indígena de 48 dias, mas o caso ainda não aparece no Painel de Arboviroses do Ministério da Saúde.
Bonito soma 174 casos prováveis de chikungunya e apresenta incidência de 695,1 registros por 100 mil habitantes. O índice é considerado alto e caracteriza situação epidêmica.
Outros 23 municípios sul-mato-grossenses também enfrentam epidemia da doença. Apenas três cidades do Estado não notificaram casos suspeitos neste ano.
Mato Grosso do Sul lidera os índices nacionais de chikungunya em 2026.
O Estado acumula 10.866 casos prováveis, volume equivalente a 77% do total registrado em todo o ano passado. A incidência estadual chegou a 371,5 casos por 100 mil habitantes, quase 20 vezes acima da média nacional, de 18,7.
Goiás aparece em segundo lugar, com incidência de 126,3, seguido por Minas Gerais, Rondônia, Mato Grosso, Tocantins e Rio Grande do Norte.
Em todo o Brasil, o Ministério da Saúde contabiliza 23 mortes por chikungunya neste ano. Mato Grosso do Sul concentra 16 desses óbitos, o equivalente a 69,5% dos registros nacionais.
Motorista da camionete Ranger ficou ferido e PRF apura dinâmica do acidente.
A morte de Renato que era morador de Rio Verde (MS), causou grande comoção na cidade.
Renato Echeverria da Rocha Júnior, soldado do 47º Batalhão de Infantaria (47º BI) de Coxim e morador de Rio Verde de Mato Grosso, de 20 anos, morreu na tarde de sábado (09/05) em uma colisão frontal na BR-163, próximo ao acesso a Rio Negro, no Mato Grosso do Sul.
Renato Echeverria da Rocha Júnior tentou ultrapassagem na BR-163 e acabou colidindo com uma Ford Ranger. (Foto: Reprodução Rio Verde News).
Ele dirigia uma VW Saveiro no sentido Rio Verde-São Gabriel do Oeste e teria tentado ultrapassar um caminhão, mas ao retornar à faixa, o veículo rodou, colidindo com o caminhão e uma Ford Ranger no sentido oposto.
Renato foi socorrido com vida pela concessionária Motiva Pantanal e equipes do Samu ao Hospital Geral Paulino Alves da Cunha, em Rio Verde, mas não resistiu aos ferimentos.
Motorista da Ranger ficou ferido sem risco de morte O condutor da Ford Ranger, que vinha no sentido contrário, sofreu ferimentos e recebeu atendimento médico no local, sem risco de morte, segundo relatos iniciais.
O nome e estado de saúde detalhado do outro motorista não foram divulgados até o momento. A dinâmica exata do acidente é investigada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Civil, com perícia do Núcleo Regional de Perícias no local.
Repercussão e comoção na comunidade A morte de Renato, bastante conhecido em Rio Verde e no batalhão militar, gerou comoção nas redes sociais, especialmente por ocorrer no Dia das Mães, com mensagens de condolências à família, principalmente à mãe.
Familiares correram ao hospital e receberam a notícia do óbito. Amigos e mães de colegas do 47º BI prestaram homenagens, destacando sua importância na vida dos jovens.
Os veículos envolvidos ficaram destruídos com o impacto.
Motorista do carro de passeio morreu no local e o passageiro ficou em estado grave. O ônibus que levava 17 pessoas, 12 ficaram feridos.
Com o impacto o ônibus de dois andares tombou e os passageiros demoraram aproximadamente 15 minutos para conseguir sair de dentro do veículo. Um passageiro morreu.
Um grave acidente na manhã deste domingo (10/05), por volta das 5h20, na BR-060, no município de Camapuã (MS), a 141 km de Campo Grande, deixou dois mortos e pelo menos 12 feridos na colisão entre um ônibus interestadual de dois andares (linha Brasília-DF a Campo Grande) e um VW Golf.
O motorista do Golf, de 33 anos, faleceu ainda no local e o passageiro do veículo de passeio foi socorrido em estado grave pelo Corpo de Bombeiros.
No ônibus, que levava 17 passageiros e tombou às margens da rodovia, um passageiro de 61 anos também morreu, enquanto outras 12 vítimas sofreram ferimentos variados, como cortes e arranhões.
Foram identificadas como Douglas do Carmo Nunes, de 33 anos, e Gildenedo Dias Souza, de 61, as vítimas fatais do acidente . Douglas dirigia o carro de passeio e morreu preso às ferragens. Gildenedo era passageiro do coletivo e foi encontrado sem vida dentro do ônibus após o tombamento.
O motorista do ônibus, Alexandre Gomes Goes, sofreu ferimentos graves e precisou ser transferido para Campo Grande.
De acordo com testemunhas, determinado trecho da rodovia, o carro invadiu a pista oposta e bateu de frente contra o ônibus. Com o impacto, o motorista do Golf morreu no local. O coletivo perdeu o controle da direção, saiu da pista e tombou às margens da BR-060.
Testemunha relata pânico após impacto A autônoma Parlyan Melissa de Oliveira, 28 anos, moradora de Goiânia e passageira no andar inferior do ônibus, acordou com o freio brusco em meio a gritos de “Meu Deus, ele morreu” e choro de crianças.
Ela sofreu apenas um corte na testa, arranhões nas costas e ficou com cacos de vidro no cabelo, mas enfrentou 15 minutos de dificuldade para sair pela porta travada e janela de emergência emperrada.
Parlyan viu o Golf “todo destroçado” e vítimas sangrando do lado de fora; sem sinal de celular, o socorro foi acionado por uma dupla sertaneja que passava pela rodovia e um caminhão com internet Starlink.
Ansiosa para o Dia das Mães, ela perdeu uma mala e um anel de ouro de herança, chegando a Campo Grande com atraso, de carona em outro ônibus.
A PRF investiga as circunstâncias da batida, que destruiu a frente do carro e deixou o ônibus fora da pista.
A prefeita Adriane Lopes tentou empurrar “goela abaixo” dos campo-grandenses um projeto de terceirização que, a bem da verdade, colocaria o sistema público de saúde do município sob um controle de modelo privado, o tal de Organização Social (OS). Não conseguiu.
A Câmara de Vereadores, por maioria, derrotou a esdrúxula intenção da prefeita e livrou a saúde local de afundar mais ainda. Insatisfeitas com o fracasso da tentativa com a saúde, os grupos políticos que apoiam propostas estapafúrdias, típicas do desgoverno, entram em cena com a ideia de privatizar as escolas da Rede Municipal (Reme).
Mais uma tentativa mercantilizar um serviço público embora a questão central seja outra: a incompetência da gestão.
Quando o prefeito ou prefeita de uma cidade se dispõe a entregar a gestão de serviços públicos como a saúde ou a educação ao controle da iniciativa privada, é necessário e também é lícito que se desconfie.
Pois, pior do que confessar a incapacidade de cumprir uma atribuição que lhe compete jurídica, política e constitucionalmente, o gestor ou gestora está fugindo de sua obrigação, escondendo-se de sua responsabilidade e assim, deixa ao “Deus dará” a cidade que deveria governar.
Seria de bom alvitre, então, que Adriane Lopes, num ato raro de coragem, próprio de pessoas que não se deixam escravizar pela vaidade e pelas ambições fúteis, terceirizasse o mandato.
Ela foi eleita por cidadãos e cidadãs que acreditaram em suas palavras e promessas, gente de boa fé que em suas mãos entregaram um cheque em branco para conduzir os seus destinos, abraçar os seus sonhos, assumindo para isto os desafios pertinentes, sem transferir tal delegação a terceiros.
Privatizar a educação é tão ruim e retrógrado como privatizar a saúde. É substituir o lucro social e humanista pelo lucro financeiro, é tirar do povo um acesso que lhe cabe como direito coletivo e gratuito, substituindo-o pelo tilintar das caixas registradoras, a trilha sonora da vantagem mercantilista do “dá ou desce”, do “ou paga ou não tem”.
Sem apelação, prefeita Adriane, mas sem condescendência: ou a senhora entenda que está chegando à metade do segundo ano do segundo mandato e precisa começar a governar ou procure exercer as verdadeiras vocações profissionais que, segundo seu currículo, são de excelência e não precisa prestar contas a ninguém.
Campo Grande é beneficiada por obras do “MS Ativo”, uma das ações municipalistas do governo estadual.
Obras de infraestrutura vão dar novo perfil à região do Jardim Itamaracá. (Foto: Chico Ribeiro).
Com obras e serviços nas áreas de infraestrutura, saúde, educação, capacitação, mobilidade urbana e programas sociais, o governo estadual tem sido o fator decisivo para garantir a Campo Grande as respostas para algumas de suas principais demandas.
Com a gestão municipalista e em um de seus programas, o “MS Ativo”, o governador Eduardo Riedel (PP) já destinou à Capital mais de R$ 600 milhões, dos quais R$ 286 milhões em obras concluídas – outros R$ 324 milhões estão lançados na planilha dos próximos investimentos.
Segundo Riedel, o modelo municipalista vem atendendo todas as 79 cidades, sendo que a capital sul-mato-grossense recebe uma atenção diferenciada, porque concentra cerca de 1/3 da população estadual.
São obras urbanas, convênios e construções civis, que atendem necessidades prementes e estratégicas, entre as quais a revitalização da Avenida dos Cafezais, a modernização da Avenida Duque de Caxias e a pavimentação de bairros, como as Moreninhas, Nova Campo Grande, Noroeste, Caiobá, Centenário, Nashville, Nova Lima e Lageado.
Para a região dos bairros Itamaracá e Itatiaia, e seu entorno, os investimentos contemplam drenagem, pavimentação e melhoria da malha viária. Maior segurança no tráfego, melhores condições de mobilidade e acessibilidade, valorização dos imóveis, expansão ordenada e qualidade de vida são os ganhos diretos agregados. Também estão previstas novas intervenções em saneamento, iluminação pública e revitalização de espaços de lazer.
Riedel determinou semelhante atenção para a zona rural, onde está sendo executada a pavimentação da rodovia CG-150, ligando a BR-262 à ponte sobre o Ribeirão Botas.
Com suas nascentes em Campo Grande, o ribeirão é um afluente da margem esquerda do Rio Pardo. Serve de limite entre os municípios de Jaraguari, Campo Grande e Ribas do Rio Pardo. A obra beneficia produtores rurais e fortalece o escoamento da produção.
Mais de 180 mil estudantes ser matricularam em 2026, em 352 unidades escolares, em todos os municípios do Estado.
Educação
A Rede Estadual de Ensino tem 76 escolas na Capital, com 52 funcionando no sistema de tempo integral. Desde 2023, o investimento em infraestrutura escolar já é superior a R$ 103 milhões. Todas as unidades possuem videomonitoramento e reforço em tecnologia educacional.
O Governo do Estado implantou placas solares em 40 escolas estaduais, reduzindo custos e incentivando a produção de energia limpa.
Em 33 escolas existe abastecimento por gás natural encanado. Por meio do Programa MS Alfabetiza a educação infantil foi atendida com a distribuição de mais de 67 mil exemplares pedagógicos.
A política de qualificação profissional é outro eixo estratégico da gestão estadual. Em dois anos, 350 mil capacitações foram ofertadas na cidade, em parcerias com Senai, Senac, Sebrae e o Programa MS Qualifica.
Na área de atenção a pessoas em condição de fragilidade, mais de 14,6 mil famílias campo-grandenses são atendidas pelo Programa Mais Social, que presta um auxílio mensal para alimentação, higiene e gás de cozinha.
Outras 7,3 mil famílias são beneficiadas pelo Programa Conta de Luz Zero e 655 cuidadores têm apoio financeiro do Programa Cuidar de Quem Cuida.
O Programa MS Supera contempla 760 estudantes com ajuda financeira para permanência em cursos universitários, técnicos e profissionalizantes.
Mais dinheiro
Campo Grande ainda conta com os recursos oriundos de impostos, como o IPVA e o ICMS. Os repasses ocorrem via IPM (Índice de Participação dos Municípios), especificamente para o ICMS, e obedecem critérios previstos na Constituição Federal e em legislação específica, sem relação com decisões individuais ou discricionárias.
A composição do índice considera fatores como valor adicionado fiscal, população, extensão territorial, receitas próprias e critérios ambientais, incluindo o chamado ICMS Ecológico.
Com pequenas oscilações nos índices ao longo dos últimos anos – 13,3% em 2023, 11,9% em 2024, 12,2% em 2025 e 12,1% em 2026, Campo Grande tem a maior participação entre todos os municípios do Estado.
Especialistas apontam que mudanças na dinâmica econômica estadual, sobretudo o crescimento industrial e logístico de cidades como Corumbá (gás boliviano) e Três Lagoas (indústria florestal), impactam o valor adicionado fiscal e, com isso, a distribuição do imposto.
Imagem Capa: Riedel vistoriando frente de drenagem e pavimentação na Avenida dos Cafezais em 2025. (Foto: Saul Schramm)
Campo Grande acorda com 8,2°C e geada. O sol aquece o dia até 20°C.
Frio: Campo Grande registrou mínima de 8,2°C na madrugada desta segunda-feira (11/05), com sensação térmica de -3,1°C.
Campo Grande registrou mínima de 8,2°C na madrugada desta segunda-feira (11/05), com sensação térmica de -3,1°C devido aos ventos frios, enquanto o extremo sul de Mato Grosso do Sul enfrentou as menores temperaturas do dia.
Iguatemi marcou 4,6°C, Caarapó e Mundo Novo 4,8°C, Sete Quedas 5°C, Aral Moreira e Sidrolândia 5,3°C, Dourados 5,8°C, Ponta Porã 5,9°C, Amambai 6,1°C, Corumbá 6,5°C, Rio Brilhante 6,6°C, Maracaju 6,9°C, Bonito e Ivinhema 7,1°C, Porto Murtinho 8,9°C e Três Lagoas 10,8°C, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).
Sol e aquecimento ao longo do dia O dia segue com tempo firme e predomínio de sol em todo o Estado, após a massa polar que derrubou as temperaturas no fim de semana. Em Campo Grande, a máxima chega a 20°C; no norte, Coxim e Paranaíba atingem 26°C, Aquidauana 22°C, Corumbá 23°C, Três Lagoas 22°C e Anaurilândia 21°C.
No sul, o frio persiste mais: Dourados com 19°C, Ponta Porã 18°C e Iguatemi também 18°C. O Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima) atribui o padrão seco e estável à massa de ar que reduz chances de chuva.
Alertas de saúde e mortes por hipotermia A noite anterior registrou quatro mortes possivelmente ligadas a hipotermia (temperatura corporal abaixo de 35°C) em MS. No Parque Ayrton Senna, em Campo Grande, 80 pessoas foram acolhidas no domingo, incluindo cinco idosos; seis recusaram atendimento.