Especialista em cardiologia e presidente da Cassems ressalta a importância da estrutura de atendimento.
Algumas datas foram instituídas para conscientizar e mobilizar a sociedade brasileira contra doenças cardíacas. Duas são particularmente significativas: 26 de abril é o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, enquanto o 14 de agosto é o Dia do Cardiologista, instituído em 2007 pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).
O médico cardiologista e presidente da Caixa de Assistência dos Servidores Públicos (Cassems), Ricardo Ayache, ressaltou o significado da data e da profissão com esta saudação pelo Instagram: “A gestão da saúde e a Cardiologia caminham lado a lado na minha trajetória. Viver a realidade da Medicina no consultório enriquece o trabalho diário e me mantém permanentemente conectado à essência da nossa profissão. Parabéns a todos os médicos e médicas cardiologistas pelo nosso dia”.
Ayache reconhece e valoriza o papel dos profissionais que atuam na prevenção e no combate a uma das principais causas de óbitos no País. Ao sublinhar a importância dos cuidados preventivos, destaca a estrutura disponível na Cassems para oferecer atendimento de excelência, atenção com acompanhamento e conscientização aos beneficiários.
A Cassems dispõe de serviços completos na área, cobrindo desde a prevenção e consultas básicas até procedimentos de alta complexidade e cirurgias.
Chama a atenção, entre outros detalhes, o desempenho médico na atenção infantil. Inaugurado em 2024, o serviço especializado de cirurgia cardíaca pediátrica dos hospitais Cassems já realizou 54 intervenções cirúrgicas do gênero em Mato Grosso do Sul.
A estrutura do hospital de Campo Grande já responde por cerca de 30% das cirurgias cardíacas infantis realizadas no Estado, somadas as redes pública e a privada.
Dados
Em 2025, Mato Grosso do Sul registrou 4.838 mortes por doenças cardiovasculares, sendo 2.904 por infarto, 1.249 por Acidente Vascular Cerebral (AVC) e 685 por insuficiência cardíaca.
No mesmo ano o Brasil contabilizou 177.810 mortes por infarto e 104.363 por AVC, de acordo com a Organização Nacional de Acreditação, com base no Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde (DataSus).
Somam-se ainda 64.133 óbitos por insuficiência cardíaca, gerando um total de 346.306 mortes relacionadas a essas condições. Para 2026, os números ainda estão em consolidação, mas indicam a continuidade de um quadro preocupante.
Cuidados preventivos básicos incluem a alimentação equilibrada com redução do sal, exercícios regulares, fim do tabagismo, controle da pressão arterial e acompanhamento médico especializado.






