• Campo Grande MS, 1 de setembro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 01 de setembro de 2026

Nelsinho conclui que sua renúncia garantiu uma base unida e mais ampla

  • Geraldo Silva
  • 1 de setembro, 2026
  • Politica
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Senador estava bem nas pesquisas e pisava firme na marcha pela reeleição, mas optou pelo coletivo

Nelsinho Trad: “Foi uma das decisões mais difíceis da minha vida pública”. (Foto: Sheila Leal).

O individualismo não tem lugar no comportamento e nas decisões de quem põe acima de tudo o interesse público e a necessidade coletiva. “É desta forma e com este conteúdo que entendo e faço política. Não é para mim, é para o coletivo para a sociedade que cumpro meu mandato”, disse o senador Nelsinho Trad (PSD), ao reiterar as razões que o levaram a sair da disputa eleitoral quando a sua candidatura à reeleição avançava com robustos índices nas pesquisas de intenção de voto.

“Continuarei exercendo o mandato, atuando firmemente na campanha e no projeto político liderado por Eduardo Riedel”.

Em entrevista à Rádio FM Noticidade, ele voltou a responder às perguntas sobre sua desistência. Os institutos indicavam que ele reunia grandes chances de reeleição, face às boas pontuações que o lançavam ao segundo lugar na aferição geral do Estado e ao primeiro lugar em Campo Grande, o maior colégio eleitoral de Mato Grosso do Sul. Contudo, não era confortável o fato de estar disputando com o Capitão Contar (PL), em tese, o segundo voto da coligação.

Como o primeiro voto as pesquisas davam maioria de intenções de voto para o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL), o senador repensou o cenário e os desdobramentos que uma decisão errada poderia provocar, se continuasse na campanha duelando com um companheiro de palanque, pois ele e Contar tem compromisso claro com a reeleição do governador Eduardo Riedel (PP).

Passos à frente

“Jamais faria qualquer movimento que pusesse em risco a unidade da base ou enfraquecesse um projeto que considera o melhor para Mato Grosso do Sul”, argumentou. “Como é que eu ia entrar em um discurso falando contra aquele que eu considero ser o melhor para o Estado? Eu não conseguiria. Às vezes, na política, um passo para trás significa dar dez passos à frente”, reforçou.

Nelsinho explicou que a decisão também foi motivada por uma questão jurídica. Após consulta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ficou definido que a coligação teria direito a apenas duas candidaturas ao Senado, ocupadas por Azambuja e Contar, que são do mesmo partido. E assim, insistir em uma candidatura poderia comprometer a formação da chapa e provocar um racha no grupo político. “Foi uma das decisões mais difíceis da minha vida pública. Mas o interesse do Estado e a unidade da nossa base precisavam estar acima de qualquer projeto pessoal”, pontuou.

Ele frisou que a política exige desprendimento, responsabilidade e compromisso com aquilo que é melhor para a população. “Continuarei exercendo o mandato normalmente, atuando firmemente na campanha e no projeto político liderado por Eduardo Riedel”, afiançou.

“Continuo senador da República, trabalhando pelo estado, pelo País, também ao lado de Reinaldo Azambuja, de quem sou candidato a primeiro suplente de senador, fortalecendo esse projeto que considero o melhor para o Mato Grosso do Sul”.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorEUA classificam faixa de fronteira de MS como área de risco máximo e alertam para sequestros
PróximoSucesso de Filipe Luís  no Monaco: Time assume liderança do FrancêsNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

A prefeita, a caneta e o festival do Stanislaw

1 de setembro de 2026

Juízes vãos às escolas ouvir e esclarecer situações que não chegam aos tribunais

1 de setembro de 2026

Profissões em alta: Bancos investem R$ 3 bi em IA e dados em 2026

1 de setembro de 2026

Sucesso de Filipe Luís  no Monaco: Time assume liderança do Francês

1 de setembro de 2026

EUA classificam faixa de fronteira de MS como área de risco máximo e alertam para sequestros

1 de setembro de 2026

Agricultor morre eletrocutado durante manutenção de colheitadeira

1 de setembro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com