Segunda mais votada das candidatas à Câmara dos Deputados destaca liderança de Azambuja e Riedel

Com 24.176 votos, a advogada Luana Ruiz Silva não conseguiu se eleger deputada federal, mas saiu das urnas com duas ótimas referências políticas: tornou-se a primeira suplente de seu partido, o PL, e também foi a segunda mais votada de todas as mulheres que disputaram o cargo, perdendo apenas para a petista Camila Jara.
Mestre em Direito Constitucional, Luana Silva é especialista em questões agrárias e ocupou cargos de destaque em Mato Grosso do Sul, entre os quais a assessoria especial da Casa Civil e a chefia de Gabinete da Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seilog). Sua voz é uma das mais ouvidas e respeitadas no rol de lideranças da direita.
Bolsonarista de carteirinha, por sua atuação e seus conhecimentos é admirada pelo ex-presidente e está na linha de frente da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à presidência da República.
Pronta para a próxima disputa eleitoral, Luana já faz a defesa e a pregação em favor dos pré-candidatos majoritários nacionais e estaduais: Flávio Bolsonaro, para presidente; governador Eduardo Riedel (PP), à reeleição; e o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL), a senador.
“Política se constrói com compromisso, com responsabilidade e com uma palavra que seja dada e seja cumprida”, conceitua. E enfatiza a confiança em uma campanha vitoriosa, mencionando os predicados do trio. Ressalta, por exemplo, a credibilidade de Azambuja, presidente do PL estadual. “Por que ele é o líder que é em Mato Grosso do Sul? Por que tem essa envergadura política? Pela credibilidade”, exclama.

AVANÇOS
Ao afirmar que só existe uma direita e que o adversário é Lula, ela elogia os avanços econômicos e sociais que os governos de Azambuja e Riedel já garantiram ao Estado.
Contudo, faz a ressalva, embora confie na vitória de Riedel e Azambuja, duas lideranças que, pela credibilidade, deram sentido e grandeza aos mandatos: “Não existe eleição ganha, não existe eleição perdida. Precisamos trabalhar muito. Jamais subestimaremos os adversários, porque todos tem história, trajetória, pauta, proposta. Então nós precisamos entender que nós temos um governador incrível, um homem íntegro, correto, um governo eficiente de entregas, mas nós não podemos ter a soberba de imaginar que temos uma eleição ganha”.






