Governador conserva nível de avaliação que está entre um dos mais elevados entre os estados brasileiros

O governador Eduardo Riedel (PSDB) continua mantendo um dos mais elevados índices de aprovação popular entre os gestores dos 27 estados brasileiros. De acordo com um levantamento do Instituto Ranking Brasil Inteligência, o mandatário tucano tem aprovação de 80% da população de Mato Grosso do Sul.
Encomendada pela Rede de Rádios Top FM, a pesquisa consultou três mil eleitores em 30 municípios, entre os dias 19 e 25 deste mês. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro estimada é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos. Esta foi a segunda consulta de avaliação conceitual feita este ano pelo instituto.
Contra 80% favoráveis, Riedel tem somente 16% de reprovação, enquanto 4% dos entrevistados não sabem ou não responderam. Nas duas pesquisas o percentual dos eleitores que não sabem ou não responderam permaneceu o mesmo: 4%. Para 60%, a administração de Riedel é boa ou ótima, ao passo que 19% consideram regular. 15% disseram ser ruim ou péssima e 6% não sabem ou não responderam.

Os índices de popularidade que consagram Riedel quase na metade do terceiro ano de gestão são atribuídos, sobretudo, ao sucesso na gestão que vem resolvendo problemas crônicos e antigos, como o desequilíbrio financeiro, a atenção insuficiente às pessoas, o desemprego e a ausência de um modelo próprio e eficaz de desenvolvimento.
Além de enfrentar e superar crises econômicas internacionais e nacionais, o governo Riedel respondeu à altura: conseguiu retomar o crescimento, gerando empregos e renda, atraindo grandes investimentos, reduzindo as desigualdades e abrindo caminhos para um novo ciclo de progresso, especialmente por meio de um de seus principais mecanismos de governança: o municipalismo.
OS DESAFIOS
Ao perguntar sobre os principais problemas do Estado, o instituto constatou que a maioria (24%) está preocupada com a saúde, citando a falta de médicos entre as deficiências mais graves. Em seguida, com 20,4%, a falta de remédios e exames, seguida pela rodovia BR-163 e o pedágio (17,2%), falta de duplicação e asfalto das rodovias (15%).
Mais adiante aparecem os impostos, com 12,6%; falta de moradias populares, com 12%; inflação, com 11,6%; terminar os hospitais regionais, com 10,4%; e tráfico de drogas na fronteira, com 9,4%. Depois vem melhorar o sinal de Internet, com 8,8%; ajudar mais os agricultores, com 8,4%; venda de sentenças por juízes, com 7,8%; falta de balanças nas rodovias, com 7,4%; e ajudar os assentados e os indígenas, com 6,2%.








