• Campo Grande MS, 29 de agosto de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 29 de agosto de 2026
editorial

Caprichos e retaliações, todo mundo perde

  • Geraldo Silva
  • julho 22, 2025
  • 8:46 am
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Se prolongar o impasse entre o Brasil e os Estados Unidos até 1º de agosto, e se o presidente norte-americano Donald Trump colocar em prática a ameaça de taxar em 100% os produtos brasileiros, não haverá nenhum país vencedor. Por maior e mais poderoso que sejam os EUA, não é apenas o Brasil que sairá perdendo.

Todos perdem porque, embora as lógicas econômicas e tarifárias ponham os EUA num alto patamar de poderio financeiro, seu presidente não ignora que estão caindo a aprovação ao governo e ao governante. E além da reação popular às medidas de força de sua gestão, há um outro fator: o povo norte-americano não vai ser compreensivo com ele se ficarem mais caros o hamburguer e o cafezinho.

A matéria-prima desses dois produtos, a carne e o café, é fornecida basicamente pelos produtores brasileiros. Contudo, perdendo lá, perde-se cá também, porque a curto prazo não parece simples ao Brasil encontrar substitutos tão fortes como os EUA no mercado internacional. Então, as chances de aumento da inflação, queda de consumo, retração empresarial e impactos negativos no PIB tornam-se maiores.

É essencial que o campo da democracia continue sendo ocupado por quem esteja disposto a fazer do diálogo a melhor solução. Aliás, a única. O capricho, a retaliação, o uso de argumentos político-ideológicos, tudo isto dificulta e até inviabiliza o entendimento. Os dois países estão com mais de dois séculos e meio de parceria, de trocas positivas. Não há porque um intrometer-se nas questões que são exclusivas do outro.

Segundo as fontes oficiais, o Produto Interno Bruto (PIB) dos estadunidenses poderá cair 0,37% em razão das barreiras tarifárias impostas ao Brasil, à China e a outros 14 países, além das taxas impostas à importação de automóveis e aço de qualquer nação.

Mas não é só o Trump que precisa calçar as sandálias da humildade. Lula também. E que ambos apostem no diálogo. Não por eles, mas pelo povo que representam.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com