• Campo Grande MS, 21 de outubro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 21 de outubro de 2026

Câmara e órgãos fiscalizadores não podem mais que Adriane

  • Geraldo Silva
  • 2 de abril, 2024
  • Politica
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Trabalhadores correm o risco de audiência sobre abusos da prefeita não ter sido mais que um passeio no Legislativo

A audiência publica de segunda-feira, 1º, na Câmara Municipal, para debater a atitude da prefeita Adriane Lopes (PP) de descumprir as leis que a obrigam a pagar direitos salariais dos servidores, pode não alcançar efeitos práticos a curto prazo. Convocada pela Comissão Permanente de Controle da Eficácia Legislativa, a audiência reuniu vereadores e representantes das diversas categorias do funcionalismo.

Audiência: servidores exigem que Câmara não compactue com os abusos da prefeita (Foto: Divulgação)

Embora os membros do colegiado cobrem a obediência às leis, a prefeita tem maioria no Legislativo para manter as coisas como estão – o que vem acontecendo desde o início desta gestão, que começou em 2017 com o prefeito Marquinhos Trad e teve continuidade com sua vice, Adriane. Para melhor compreensão do sistema de arrocho salarial e desvalorização dos servidores, fatos significativos alinham-se nestes sete anos e meio, um deles levantado há um ano.

No dia 15 de março de 2023, quando Adriane Lopes já somava 11 meses no poder, o advogado Márcio Almeida, presidente da Comissão de Direito Sindical da OAB-MS, revelou à Rádio CBN a existência de um aumento não identificado na folha de pagamento dos servidores municipais. Ele disse na época que o repasse misterioso já fazia parte da prestação de contas da prefeitura nos últimos quatro anos – portanto, desde a gestão de Marquinhos – e que se apurou um reajuste de 25% nos gastos com a folha.

Lílian Fernandes: “O que a prefeita tem a nos dizer”?

“Queremos que a Câmara adote medidas dentro de sua prerrogativa legal”, afirmou o advogado dos sindicatos, Márcio Almeida.

REPASSE MISTERIOSO

Por monitorar em mais de 10 anos os dados públicos da gestão fiscal do município, Almeida estranhou a descoberta. E viu que desde 2019 uma parcela do dinheiro destinado ao pagamento de pessoal não tinha qualquer comprovante publico da origem e do destino do repasse. Calculou-se, então, que o total de pagamentos não demonstrados giraria em torno de R$ 46 milhões/mês, o que resultaria em R$ 556 milhões no ano, um “excesso assombroso.

O guarda municipal Hudson Bomfim: “O desgoverno é total”

Na ocasião, Almeida cobrou: “É uma explicação que o poder público precisa dar à Câmara e à sociedade”. Por enquanto, a cobrança é inócua. Adriane deve supor que não tenha satisfações a dar a ninguém ou que pode continuar ludibriando a sociedade. É quase impossível explicar porque as finanças da prefeitura estão no abismo, os serviços básicos um caos e as gastanças, até com folha secreta, bancando o rendimento de privilegiados lotados sem concurso nos cargos (políticos) de confiança.

A AUDIÊNCIA

Agora, um ano depois, a Câmara volta ao centro das atenções, diante de trabalhadores publicos desconfiados e receosos de continuarem vítimas de um círculo vicioso. Afinal, todos que foram à audiência sabiam que até ali a prefeita, além da maioria acabrestada vedando o papel fiscalizador do poder, ainda conta com a condescendência ou a omissão dos órgãos de controle, como o Tribunal de Contas e o Ministério Publico. Nenhum dos três (Câmara, TCE e MP) conseguiu convencer ou obrigar a prefeita, de acordo com suas atribuições, a cumprir as leis.

O enfermeiro e sindicalista Ângelo Macedo: leis votadas e jogadas no lixo

A audiência foi presidida pelo Professor Juari, que tinha a seu lado os vereadores Luiza Ribeiro e Claudinho Serra. Eles exigiram o cumprimento dos dispositivos que asseguram o direito do funcionalismo a melhorias como a insalubridade, reposições salariais e melhores condições de trabalho. Os guardas municipais e enfermeiros, que ficaram mobilizados duas semanas à espera, em vão, de uma resposta da prefeita, acentuaram o coro vigoroso da insatisfação.

COBRANÇAS

“Queremos que a Câmara adote medidas dentro de sua prerrogativa legal”, afirmou o advogado dos sindicatos, Márcio Almeida. “Desde que a prefeita assumiu temos dificuldade em estabelecer diálogo. Estamos aqui pedindo apoio da Casa. É inadmissível que leis sejam construídas, votadas e jogadas ao lixo”, emendou Ângelo Macedo, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Enfermagem.

Para o presidente do Sindicato dos Guardas Municipais, Hudson Bonfim, o desgoverno é total. “Nós, trabalhadores, somos a engrenagem mais importante do município. Nossos direitos devem ser atendidos. É absurdo o que acontece, apenas Campo Grande não paga periculosidade aos guardas”, observou.

Por sua vez, Lílian Fernandes, presidente da Feserp/MS (Federação dos Servidores Públicos Estaduais e Municipais), questiona: “Temos que brigar novamente para que se cumpra a lei. Quando não se tem diálogo, não se tem mais nada. Dia 04 [de abril] é o prazo final da revisão geral anual. O que a prefeita tem a dizer”?

 

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorRiedel destina R$ 6 milhões para pesquisas sobre mudanças climáticas
PróximoTucanos se reforçam com filiação de mais três liderançasNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Bolsa sobe e ronda os 208 mil pontos

20 de outubro de 2026

Arroba do boi e da vaca gorda tem aumento na região de Dourados

20 de outubro de 2026

Instituto Mirim abre inscrições gratuitas para qualificação de adolescentes em Campo Grande

20 de outubro de 2026

Deputado Paulo Duarte recebe alta após colocar stent na carótida

20 de outubro de 2026

Ponte sobre o Rio Paraguai será fechada para concretagem na BR-262

20 de outubro de 2026

Corrida dos Poderes abre 4,2 mil inscrições gratuitas nesta terça-feira na Capital

20 de outubro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com