• Campo Grande MS, 20 de outubro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 20 de outubro de 2026

Idosa deu veneno de rato e esquartejou o marido

  • 29 de maio, 2023
  • Polícia
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Aparecida disse à polícia que estava ‘cansada de cuidar’ de Antônio Ricardo Cantarin, 64 anos, que teve AVC. Partes do corpo da vítima foram encontradas dentro de um congelador e em uma mala

 

Aparecida foi presa em flagrante após confessar o crime (Foto: Divulgação/PCMS)

Aparecida Graciano de Souza, de 61 anos, confessou à Polícia Civil ter envenenado o companheiro, Antônio Ricardo Cantarin, de 64 anos, e o esquartejado. A idosa relatou que dormiu com o corpo da vítima na casa e pediu ajuda a dois rapazes para colocar mala com o tronco do marido no porta-malas. Questionada sobre a motivação, afirma estar cansada das humilhações e ameaças por parte da vítima.

A idosa foi presa na sexta-feira, 26 de maio, em Selvíria (MS) após apresentar diferentes versões a respeito do desaparecimento do marido. Antônio Ricardo foi morto na segunda-feira (22) intoxicado por veneno de rato. Conforme relato de Aparecida, lembrou que sua irmã já ingeriu o tóxico conhecido como “mão branca” e quase veio a óbito e resolveu dar ao marido afirmando que era remédio.

O homem vivia sob cuidados dela após ter sofrido um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Ao ser interrogada, a assassina confessa esclareceu que a vítima a maltratava e, apesar da assistência que dava ao marido por conta de dificuldades de locomoção, Antônio não a valorizava, dizia que ela o roubava e a ameaçava.

Pela manhã do dia 22 de maio, fez o marido ingerir o veneno. Conta que passou o dia indo ao quarto e checando se a vítima, que estava acamada, havia morrido. Ao anoitecer, constatou que Antônio havia falecido e cobriu o corpo com um lençol. A autora relata que escolheu dormir em outro cômodo e afirmou estar “fria e sem sentimentos”.

Na terça-feira (23), passou a ficar preocupada com o que faria com o cadáver. Então, esquartejou o marido, separando o tronco, a cabeça e membros, pois “sempre matou porcos e sabia como fazer tal procedimento”. A idosa colocou um plástico em cima da cama que ele estava, bem como usou panos para conter o sangramento, e deixou as partes do corpo sobre o móvel.

Antônio Ricardo Cantarin foi assassinado pela esposa — Foto: Arquivo Pessoal

O cadáver começou a exalar forte odor na quarta-feira (24). Aparecida colocou o tronco do marido em uma mala e chamou dois rapazes conhecidos para auxiliá-la a colocar a mala no carro. Os homens estranharam o cheiro forte e a questionaram, momento em que a autora respondeu que havia colocado veneno de rato na casa e alguns animais mortos deveriam ter sido colocados por engano na mala cheia de retalhos.

A autora relata ter dado carona aos homens até as residências deles e que pagou cerca de R$ 30 pelo serviço. Depois, dirigiu-se até a BR-158, saída para Três Lagoas (MS), e empurrou a mala do veículo, retornando para Selvíria (MS) em seguida.

A idosa guardou os outros restos mortais do marido em um freezer de carne e apenas os descartou na sexta-feira, 26, pois o veículo apresentou problemas mecânicos. No dia em questão, policiais civis foram até a casa dela.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorSecretária de Finanças presta conta aos vereadores
PróximoSenador Nelsinho Trad leva discussão sobre Acordo Mercosul-União Europeia ao ParlasulNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Bolsa sobe e ronda os 208 mil pontos

20 de outubro de 2026

Arroba do boi e da vaca gorda tem aumento na região de Dourados

20 de outubro de 2026

Instituto Mirim abre inscrições gratuitas para qualificação de adolescentes em Campo Grande

20 de outubro de 2026

Deputado Paulo Duarte recebe alta após colocar stent na carótida

20 de outubro de 2026

Ponte sobre o Rio Paraguai será fechada para concretagem na BR-262

20 de outubro de 2026

Corrida dos Poderes abre 4,2 mil inscrições gratuitas nesta terça-feira na Capital

20 de outubro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com