Modelo de gestão adotado em 2015 definiu os conceitos e diretrizes estratégicas que impulsionam MS.
“Tem um valor que me acompanha em cada decisão e em cada desafio: a responsabilidade de fazer o MS crescer todos os dias”
Logo que assumiu o seu primeiro mandato de governador, em 2015, Reinaldo Azambuja anunciou que a herança de caos e de ingovernabilidade deixada pelos antecessores seria riscada do mapa e substituída por um novo ciclo de superação e crescimento.
A receita tinha, entre os seus ingredientes mais importantes, um modelo de gestão que Azambuja conhecia bem e do qual era ferrenho defensor desde que se iniciou na política: o municipalismo.
Nas duas gestões esta foi a solução que aplicada por ele para devolver Mato Grosso do Sul ao seu destino de desenvolvimento social e econômico.
A gestão municipalista arrancou o Estado de um abismo de penúria financeira, garantiu governabilidade e, ao mesmo tempo, fez do planejamento estratégico a mola propulsora da retomada do crescimento.
A sólida dinâmica se mantém e é aperfeiçoada por seu sucessor, Eduardo Riedel.
Reforço e avanço
Pré-candidato ao Senado, Azambuja afirma que pretende trabalhar em outra instância representativa, a senatorial, para assegurar reforço e avanço às obras, serviços e ações que abriram este novo caminho. “O municipalismo é um compromisso concreto de levar recursos, atender as pessoas e transformar histórias”, define. “Quando fui governador, o Estado investiu mais de R$ 8 bilhões nos 79 municípios”.
Ele reitera que esta seguirá sendo sua missão principal: “As pessoas vivem nas cidades. É nelas que os desafios acontecem, é para elas que os recursos precisam voltar, gerando desenvolvimento, oportunidades e mais qualidade de vida para todos”, completou.
Em Paraíso das Águas, durante uma de suas viagens pelo interior, ele destacou este compromisso em um vídeo que foi divulgado nas redes sociais. Confira o vídeo.






