Pré-candidato anuncia o máximo de empenho congressual para blindar prefeituras contra sobrecarga de custos.

Ao lançar a ideia de uma política nacional de suporte estrutural aos municípios das faixas de fronteira, o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) disse que algumas atribuições, entre as quais a segurança pública, competem ao governo federal, porém as prefeituras acabam arcando com expressiva parcela das despesas do serviço.
Pré-candidato ao Senado, ele reforça este pensamento e anuncia que, caso seja eleito, empregará total empenho para que os congressistas, em geral, protejam os municípios da sobrecarga de custos.

Segundo Azambuja, é urgente descentralizar os investimentos e os recursos nos municípios, para reverter o cenário de juros escorchantes e a estagnação econômica no país. Ele destacou a adoção do municipalismo quando assumiu o governo, em 2015, modelo que atravessou seus oito anos de mandato e chegou ao sucessor, Eduardo Riedel (PP), que vem mantendo e aprimorando a vitoriosa fórmula de gestão.
Os números oficiais mostram que no governo de Azambuja o PIB (Produto Interno Bruto) do Estado deu um salto de R$ 78,9 bilhões, em 2014, para uma projeção de R$ 245,6 bilhões em 2026.
O crescimento real, de 5,3%, foi mais que o dobro da média nacional.
O agronegócio liderou o crescimento em 2025, com alta de 18,6%, e o cooperativismo representa 18,2% do PIB estadual, presente em 97% dos municípios.

Superação e avanços
Para Azambuja, os dados reproduzem realidades de superação e de avanços. Sua gestão fez investimentos superiores aos R$ 8 bilhões em infraestrutura, incluindo a eliminação de passivos das mais de 200 obras paralisadas e a construção de mais de 1.300 km de rodovias. Na área de moradias os aportes somaram R$ 1,58 bilhão, beneficiando mais de 30 mil famílias.
Na educação, os professores tiveram os melhores salários do país e o governo ainda investiu mais de R$ 500 milhões na reforma e ampliação de 347 escolas (133 adaptadas para ensino em tempo integral, modelo defendido pelo ex-governador como uma política nacional).
Já na saúde, a regionalização garantiu a construção de hospitais estratégicos, o que reduzindo os deslocamentos de pacientes até à Capital. A Caravana da Saúde realizou mais de 70 mil cirurgias.
Ao lutar pela reorganização do pacto federativo, propondo maior investimento federal nos municípios, redução de ministérios e criação de políticas específicas para regiões de fronteira, ele conquistou adesões em todo o país.
Para Azambuja, o crescimento do Brasil passa por priorizar recursos onde a vida realmente acontece. Ele reforça o papel do Senado na defesa do modelo municipalista: “O fortalecimento dos municípios é fundamental para assegurar desenvolvimento e dignidade às famílias brasileiras”.






