Candidato ao Senado declara que sua campanha será assinalada pela fidelidade às legítimas aspirações do Estado.

“O Senado tem a responsabilidade de ajudar o Brasil”.
Ao dar a largada para sua campanha ao Senado, o ex-governador e presidente regional do PL, Reinaldo Azambuja, falou de sua felicidade ao constatar que vem recebendo manifestações de apoio nos 79 municípios de Mato Grosso do Sul. “Esta é uma demonstração de confiança que eu recebo e retribuo. Nunca deixei de confiar na energia, no envolvimento e na presença de um povo que sempre caminhou comigo”, enfatizou.
Ele classificou como “extremamente positivo” o seu primeiro dia de campanha, no domingo (16/08). O contato com as pessoas que foram aos comitês, os adesivaços nas ruas e os encontros em Campo Grande e no interior o deixaram ainda mais otimista.
Um dos fatores de maior impacto foi o carinho dos homens e mulheres de várias faixas etárias que fizeram questão de abraçá-lo e desejar êxito.
“São cidadãos e cidadãs de todo o Estado, ansiosos por mudanças e pela certeza de que irei trabalhar vitoriosamente no Senado para mudar o Brasil, tirando-o da crise econômica instalada pelo governo federal que aí está”, disparou.
E completou, reiterando a importância da participação da sociedade: “A política ninguém faz sozinho, é feita em grupo. E o que vimos neste início de campanha foi a energia de um povo que acredita na mudança e quer um Senado que trabalhe pelo Brasil”.

Mobilidade
O candidato mostrou que tem fôlego. Iniciou a mobilização na noite de sábado, em Paranaíba, no Bolsão, reunindo-se om lideranças políticas. Em seguida, desembarcou em Campo Grande e cumpriu diversas agendas.
No domingo, foi ao Jardim São Bento para a inauguração do comitê de Viviane Luiza (PSDB), candidata a deputada federal. O governador Eduardo Riedel (PP), candidato à reeleição, e sua esposa, a primeira-dama Mônica Riedel, estavam presentes.
Depois foi até à Praça do Papa, com apoiadores do candidato a deputado estadual Silvio Pitu, e participou de adesivagem na Avenida Afonso Pena. Teve em sua companhia o deputado estadual Márcio Fernandes (PL), que tenta a reeleição, e Capitão Contar (PL), candidato a senador.
A agenda em seguida foi em Maracaju, município que governou em dois mandatos. Na Praça Central, liderou concorrida adesivagem.
Azambuja evita adentrar no terreno dos ataques pessoais. Prefere a política do debate, centrada em propostas e enfrentamento de ideias. Diz que o Senado exercerá um papel decisivo na revisão de políticas públicas equivocadas e na construção de soluções para o país. “O Senado tem a responsabilidade de ajudar o Brasil”, declarou.
Bandeiras
Entre as prioridades de mandato ele definiu a luta pela atualização da tabela SUS, o aumento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e revisão do pacto federativo.
Também propõe descentralização dos recursos arrecadados no país. “Ou a gente muda a política ou, cada dia mais, o prefeito vai com o pires na mão para Brasília e volta com ele vazio, porque a União não tem nada para entregar”, afirmou.
Segundo Azambuja, a União está concentrando cerca de 58% da arrecadação, enquanto a participação federal no financiamento da saúde caiu de 52% para 40% em duas décadas, sobrecarregando os estados e municípios.
Ao fazer uma projeção sobre o futuro de Mato Grosso do Sul, vinculou o projeto de desenvolvimento à reeleição do governador Eduardo Riedel, “que tem transformado o Estado em referência nacional de crescimento”.






