“Com economia sustentável, a vida das pessoas pode mudar”, propõe o candidato a deputado federal.

Atento às pesquisas mais avançadas sobre a crise climática e os seus impactos, o ex-secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck, não hesita em afirmar que o Brasil enfrentará melhor esse complexo desafio se tiver uma boa e cientificamente segura agenda ambiental estratégica. Ele é candidato a deputado federal e quer contribuir com o envolvimento efetivo e amplo dos parlamentares, caso se eleja, no debate sobre o tema e na adoção de mecanismos legais para implementar a agenda.
O pensamento de Verruck está alinhado no primeiro eixo do Plano de Ação Parlamentar 2027-2030, elaborado com a referência “Agenda Verde, Bioeconomia e Transição Energética”. Ele assinala que o mais importante é compreender como as ações desenvolvidas no escopo desse eixo poderão mudar a vida das pessoas.
Verruck explica que uma agenda ambiental estratégica reduz risco climático, cria mercados para produtos sustentáveis, amplia a segurança energética e distribui renda em várias áreas rurais e comunidades.
Entre ações efetivas ele destaca o foco em dar escala aos produtos da socio biodiversidade e na restauração produtiva com repartição justa de benefícios. Verruck cita ainda iniciativas como as de acelerar biogás, biometano, eficiência em polos produtivos, serviços públicos e integrar inventários e mercado de carbono com adicionalidade, transparência e direitos territoriais, “reposicionando o Brasil como liderança ambiental confiável, além de preparar trabalhadores para os setores de energia, bioindústria, restauração e gestão climática”.

Propostas credenciadas
As abordagens de Verruck são credenciadas por conhecimentos em Economia, Desenvolvimento, Gestão, Meio Ambiente e Inovação. Suas propostas encontram eco em fontes credenciadas, como a Universidade de São Paulo (USP). A respeitável instituição define a agenda ambiental estratégica para enfrentar a crise climática como “um plano prático de longo prazo que une governos, empresas e a sociedade para reduzir os danos ao planeta e preparar as cidades para eventos extremos”.
Várias medidas se encaixam nesta plano estratégico, entre os quais o controle rígido do desmatamento e investir na recuperação de áreas degradadas; adaptar cidades para resistir a tempestades, enchentes e secas severas; melhorar os níveis de saneamento, moradias e sistemas de alerta rápido; trabalhar pelo baixo carbono, reduzindo a emissão de gases poluentes e implantando o financiamento verde, canalizando os recursos públicos e privados para projetos sustentáveis. Várias dessas medidas já estão em vigor em Mato Grosso do Sul.






