• Campo Grande MS, 4 de outubro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 04 de outubro de 2026
editorial

Uma eleição na quarentena

  • Geraldo Silva
  • outubro 29, 2020
  • 9:44 am
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

O Brasil vivencia a mais insólita e atípica disputa eleitoral de sua história republicana. O coronavírus entrou nesse capítulo para tirar dele o ingrediente mais saboroso e mais importante, que é o envolvimento presencial da sociedade na dinâmica vital da democracia.

Sem as tradicionais concentrações e manifestações de rua; sem os acalorados debates; sem a visibilidade da essência humana no pulsar das relações entre votantes e futuros votados, a disputa eleitoral acaba confinada num estreito e impessoal duto burocrático. A democracia, entretanto, não poderia ficar resumida ao cumprimento protocolar do calendário legal, da circunstância periódica.

Infelizmente, por causa da pandemia da Covid-19, a campanha ficou sem o feeling incomparável do corpo-a-corpo, passou a respirar basicamente por meio de apelos congelados da propaganda política e da massificada interlocução virtual. Há uma visibilidade sedutora, mecânica e perigosa que faz o eleitor substituir o olho-no-olho com os candidatos pela cômoda – e descartável, nesse caso – interação online.

As plataformas virtuais nunca substituirão o abraço, o tão subestimado e depreciado tapinha no ombro, procedimentos que só têm sua mística se praticados livres de máscaras e equipamentos protetivos que afastam, que impõem distâncias inimagináveis por pessoas – e em grande maioria – que não abrem mão de algo chamado “calor humano”.

As urnas serão abertas no dia 15 de novembro, a data da proclamação da República. Um dia que, neste 2020 tão restritivo, poderá registrar a maior abstenção já contabilizada num pleito eleitoral. Que a democracia, porém, sobreviva e continue respirando. Por todos nós.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com