• Campo Grande MS, 19 de agosto de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 19 de agosto de 2026
editorial

Política pública de saúde: cadê?

  • Geraldo Silva
  • agosto 22, 2024
  • 9:11 am
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Que venha o hospital, mas sem o sacrifício da saúde e até de vidas

Segundo a respeitada e muito bem informada Fabiana Sveiter, autora de reportagens e artigos nas principais publicações do País e especializada em coberturas sobre direitos e cidadania, o Brasil tem no Sistema Único de Saúde um dos mais abrangentes e eficazes mecanismos de assistência em massa às populações que mais precisam. Ela cita o fato de o SUS ser o único meio governamental que atende gratuitamente mais de 200 milhões de pessoas, das quais 80% dependem dele para tratar, curar, prevenir e até evitar a morte.

Não se pode negar a elevada importância dos hospitais que prestam assistência via SUS em todo o País. Mas não existem hospitais suficientes para as demandas dos municípios de médio e grande porte, situação que é providencialmente socorrida pelos postos das redes municipais de saúde. Cada bairro ou região urbana tem seu posto, teoricamente estruturado e capacitado para clinicar, medicar, prescrever, acompanhar, proceder as pequenas e até médias cirurgias – enfim, não deixar sem resposta aqueles seres que não têm plano de saúde e nem dinheiro para pagar um médico ou fazer tratamento particular.

Não é preciso ir longe para tomar um exemplo do quanto o SUS é fundamental para mais de 75% da população. Basta olhar, à luz do dia e dos fatos, o que acontece na rede de postos municipais em Campo Grande, cidade que beira um milhão de moradores. É olhar sem paixão e constatar que, mesmo existindo SUS, muita gente – muita gente mesmo – não tem ou não consegue ter os cuidados que o SUS assegura.

O SUS paga hospitais e prefeituras para garantir atendimento. E não é pouca a sacola de dinheiro. É um recurso que, mesmo insuficiente para resolver todos os problemas, certamente reduziria a maioria deles, traria alívio às famílias dos pacientes e economia aos cofres públicos, com a redução da demanda. Se há menos doentes, há menos pessoas na fila, menos desgastes e chamadas de viaturas de socorro.

Mas a prefeitura campo-grandense, mesmo com aproximadamente R$ 2 bilhões anuais no orçamento para o setor, não só pratica com estes doentes a desassistência, como também despeja a política do SUS na lata de lixo, tentando eximir-se da responsabilidade que lhe compete. Porém, o pior está anunciado pela dona da caneta do Executivo: a construção de um hospital, com um custo de quase R$ 270 milhões.

O investimento é necessário, é prioridade, é aprovado. Mas existe uma prioridade muito maior e mais urgente, que é socorrer as pessoas que precisam de médicos, enfermeiros, remédios e tratamentos para ontem, não podem esperar de dois a três anos pela inauguração de um hospital que foi anunciado em período de campanha eleitoral. A prefeitura tem o SUS para tratar os pacientes que de vez em sempre entopem os postos. E estes são os casos de primeira e absoluta necessidade.

Que venha o hospital, mas sem o sacrifício da saúde e até de vidas de gente que não pode esperar um dia a mais para ser bem atendido.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com