• Campo Grande MS, 4 de outubro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 04 de outubro de 2026
editorial

O capitão volta a atacar

  • Geraldo Silva
  • agosto 25, 2020
  • 11:44 am
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Infelizmente, antes do coronavírus o Brasil já carregava e continuará tendo sobre os seus ombros problemas tão danosos ou piores que esta pandemia. A falta de um líder com os predicados indispensáveis para comandar a República é um desses problemas. Não há mais dúvida alguma que o atual presidente está cada vez mais longe de ser esse líder.

A distância entre Jair Bolsonaro e a boa educação é oceânica e impercorrível. A sua miúda ou inexistente civilidade democrática, germinada por uma personalidade corroída pela empáfia, contamina sobremaneira seu comportamento e macula a higidez que deveria ser preservada no cargo de maior relevância institucional e política do País.

A inadmissível grosseria ao ameaçar o repórter que o questionou sobre sucessivos depósitos na conta da primeira-dama, feitos por um miliciano investigado por corrupção e lavagem de dinheiro, veio confirmar o óbvio simples e absoluto: Jair Bolsonaro não tem, nunca teve e não terá condição para presidir uma Nação.

Bolsonaro é recorrente. Parece gostar do que faz. Adora esse tipo de marketing. É a tese corrompida de que ser anti-herói fascina. Com o repórter, ao declarar “a vontade que tenho de dar-lhe uma porrada”, foi estupidamente grosseiro e, além, quis ainda intimidar a imprensa que cumpre seu papel de questionar.

Já havia sido ofensivo e chulo ao atacar as mulheres que não carregam seu andor, como a deputada Maria do Rosário, a primeira-dama da França, Brigitte Macron, e a ex-presidente chilena Michelle Bachelet.

Pobre Brasil.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com