
Composição aposta nas lideranças emergentes, como o presidente da Alems, Gerson Claro.
Um dos principais destaques da política esta semana é a anunciada oficialização do mecanismo partidário que vai colocar num único berço institucional o Partido Progressista (PP) e o União Brasil, Os dirigentes nacionais das duas siglas, Ciro Nogueira e Antonio Rueda, já acertaram os detalhes finais para consolidar a fórmula, chamada de superfederação, na medida que reúne duas das forças mais representativas do País.
Em Mato Grosso do Sul, esta superfederação terá à frente de suas demandas orgânicas e políticas a senadora Tereza Cristina (PP) e a ex-deputada federal e ex-vice-governadora Rose Modesto (União). Porém, novas lideranças que vêm conquistando e ampliando espaço importantes também estarão neste contexto, entre as quais o deputado estadual Gerson Claro, presidente da Assembleia Legislativa (Alems).
A prefeita Adriane Lopes, apesar de responder pela prefeitura do maior colégio eleitoral sul0mato-grossense, sensivelmente desgastada pelo fracasso de sua gestão, é uma das estrelas da galeria política desta nova solução partidária. Contudo, uma estrela bastante ofuscada, até porque está sendo tragada pela ingovernabilidade e correndo o risco de ter seu mandato cassado, após denúncia de corrupção eleitoral feita pelo Ministério Público Eleitoral.

Neste contexto, com Tereza Cristina já senadora – seu mandato vai até 2030 -, Rose Modesto e Gerson Claro tornam-se as principais armas políticas e eleitorais da superfederação. O presidente da Alems se reelegeu com votação consagradora e pela segunda vez, por unanimidade, ganhou dos pares o apoio para seguir no comando do Legislativo.
A ex-deputada e ex-candidata a prefeita, Rose Modesto, terá uma nova e promissora chance de alçar novos voos, tendo em vista o fôlego extra que ganhou das urnas, mesmo perdendo a eleição para a prefeitura no segundo turno. Agora, e até em função da deterioração progressiva do mandato da atual prefeita, os horizontes se reabrem à sua frente.






