Felipe Gebra Pasquini, natural de Araçatuba (SP) e aluno de Engenharia de Energia, passou mal por volta das 9h em Dourados (MS). Um enfermeiro chegou ao local em alguns minutos, mas jovem não resistiu. A UFGD decretou luto oficial de 3 dias e investiga detalhes do atendimento e comorbidades.
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Um estudante de 20 anos morreu na manhã desta sexta-feira (15/05) após sofrer uma parada cardiorrespiratória durante uma aula na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), em Dourados, Mato Grosso do Sul.
O aluno foi identificado como Felipe Gebra Pasquini, natural de Araçatuba (São Paulo), e cursava Engenharia de Energia desde 2024.

Felipe Gebra Pasquini tinha 20 anos e ingressou na UFGD em 2024, quando começou o curso de Engenharia de Energia. Segundo a universidade, ele estava no segundo ano da graduação. Ainda não foi confirmado se o jovem tinha alguma comorbidade ou doença preexistente.
Por volta das 9h da manhã de sexta-feira (15/05), Felipe passou mal dentro de uma sala de aula no campus da UFGD, em Dourados. O estudante apresentou mal súbito, convulsão, perdeu a consciência e teve parada cardiorrespiratória.
Sintomas observados
De acordo com o enfermeiro da DISCE/UFGD que chegou ao local, Felipe apresentava:
-Cianose central (arroxeamento dos lábios)
-Respiração do tipo gasping (movimentos respiratórios irregulares)
-Tons arroxeados na pele.
Atendimento e tempo de socorro
Os primeiros socorros foram recebidos ainda em sala de aula. O enfermeiro chegou ao local e encontrou Felipe em estado grave. O SAMU foi acionado, deu continuidade ao atendimento e levou o jovem ao Hospital da Vida, mas Felipe não resistiu e o óbito foi confirmado no hospital.
A universidade ainda apura detalhes sobre o tempo exato entre o mal súbito e o atendimento, além de investigar como foi feito o socorro.

Repercussão do caso
A UFGD decretou luto oficial de 3 dias e suspendeu todas as atividades acadêmicas na sexta-feira (15/05). A reitoria comunicou o falecimento com “profundo pesar” e prestou condolências à família.
O caso gerou forte consternação entre colegas, professores e familiares. Várias mensagens de despedida e manifestações de pesar foram publicadas por colegas, amigos e pessoas próximas nas redes sociais.
“O que os médicos disseram é que ele teve um infarto agudo. Eu ainda estou na negação, assimilando tudo, porque a gente tinha uma ligação muito forte. A minha mãe tinha câncer, a gente também não esperava que ela morresse, mas tinha uma causa, algo conhecido, agora não”, relata relata Mariana irmã mais velha de Felipe.
A namorada do estudante, que também é aluna da UFGD e com quem estava há três anos, contou que há algumas semanas Felipe sentiu algumas pontadas no peito e uma consulta com cardiologista ficou de ser marcada, mas não deu tempo.






