Depois de campanha surpreendente e liderado por veteranos, Tricolor mira vaga na decisão contra o Chelsea em clássico de estilos

O Fluminense, único representante sul-americano restante no Mundial de Clubes da FIFA, enfrenta o Chelsea nesta terça-feira (8), às 15h (MS), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, em busca de um lugar na grande final contra o vencedor de PSG x Real Madrid.
A trajetória do Tricolor tem sido uma verdadeira zebra global. No Grupo F, o time empatou com Borussia Dortmund, Mamelodi Sundowns, derrotou Ulsan Hyundai e avançou em segundo lugar.
Posteriormente, eliminou o campeão europeu Inter de Milão por 2 a 0 nas oitavas, com destaque a Germán Cano e Jhon Arias.
O Chelsea, por sua vez, garantiu vaga ao eliminar Palmeiras (2×1) e Benfica (4×1, com prorrogação) e chega embalado por 12 vitórias nos últimos 14 jogos.
A liderança experiente do Fluminense tem sido essencial: Thiago Silva (40 anos) e o goleiro Fábio (44 anos) garantiram esta solidez defensiva elogiada por analistas internacionais. Renato Portaluppi, o “Renato Gaúcho”, comparou o duelo a um “jogo de xadrez”, ressaltando a superioridade financeira do rival, mas reforçou a crença no empenho da equipe: “Viemos para fazer história, com todo o respeito ao Chelsea. O futebol é decidido dentro do campo”.
INTELIGÊNCIA DO ELENCO
“Nessa Copa, os jogadores são inteligentes… assumiram bem os nossos esquemas”. Renato pediu respeito ao futebol brasileiro, lembrando que “não viemos só para participar, mas para vencer”, e que a campanha do Fluminense resgata a confiança no país.
EXPECTATIVA E CENÁRIO
Fluminense: tem surpreendido com um 4‑2‑3‑1 incisivo, valorizando compactação, posse e pressão alta . O técnico destaca a entrega “firme e disciplinada” do grupo.
Chelsea: sob Enzo Maresca, aposta em flexibilidade tática e jovens velozes como Pedro Neto e Cole Palmer, com João Pedro entrando por conta da suspensão de Delap.
Maresca elogiou Renato e afirmou que “não há favoritos”.
PREMIAÇÃO
Fluminense já garantiu R$ 329,4 milhões em premiações. A vaga na final representa mais US$ 30 milhões (aproximadamente R$ 162 milhões), enquanto o título traria US$ 40 milhões (R$ 217 milhões).






