Programa do governador consagra equilíbrio fiscal, geração de emprego e renda, investimentos e Estado eficiente.

A campanha do governador Eduardo Riedel (PP) à reeleição está centrada na defesa de uma estratégia de gestão com estes quatro pilares: equilíbrio fiscal-financeiro, geração de emprego e renda, investimentos e Estado eficiente. Ele foi enfático ao definir suas diretrizes de governança em entrevista ao “Tribuna Livre”, programa diário da Rádio Capital FM, de Campo Grande.
Segundo o candidato, o ponto de partida de uma gestão capaz de entender os desafios e enfrentá-los com perspectivas claras de vitória é a saúde financeira. “Quando se tem as contas públicas organizadas, para que o Estado conserve a capacidade de investir, então o primeiro passo estará dado”, disse. “É preciso crescer, incluir, por isto responsabilidade fiscal e política social não são objetivos opostos”, emendou.

Bons resultados
Riedel afirmou que a estratégia em vigor precisa ser aperfeiçoada, mas frisou que os resultados até agora são persuasivos. Mato Grosso do Sul – prosseguiu – passou da 16ª para a 10ª posição em solidez fiscal e do 9º para o 5º lugar em eficiência da máquina administrativa. Ele ressaltou a vice-liderança do Estado em desenvolvimento humano e a liderança em inovação no Centro-Oeste.
No entanto, atribuiu esse desempenho à consistência de políticas públicas que se ajustam a todas as circunstância, como demonstram os dados oficiais que acompanham a evolução de indicadores como o PIB (Produto Interno Bruto) e redução em 40% da pobreza extrema. “Não tem bala de prata. É trabalho, é trabalho”, repetiu. E assegurou que não deixará de investir em infraestrutura, educação, saúde e inclusão social.
Para continuar mantendo o interesse dos investidores privados, garantiu que reforçará o conjunto de estímulos oferecidos pelo poder público estadual, destacando as providências que criaram um ambiente seguro para quem aposta no Estado.
Entre as medidas ele citou segurança para investimento a longo prazo e infraestrutura, exemplificando com as obras de ampliação, modernização e manutenção da malha viária, que abrem novos corredores, como a Rota da Celulose.






