Para o senador eleito, com vitória de Flávio o Estado passará a ser um dos protagonistas nas mudanças.
O ex-governador e senador eleito Reinaldo Azambuja (PL) disse que Mato Grosso do Sul deixou de ser visto como um estado periférico e já é reconhecido como uma força política e administrativa de referência no País. Para ele, esta posição já estava alinhada nos principais rankings de desenvolvimento em função dos resultados na gestão e nos avanços da economia – e agora, com a maiúscula vitória eleitoral das forças do bloco conservador, o Estado teve sua boa avaliação reforçada.
“Deixamos de ser meros participantes há pouco mais de 10 anos e, gradativamente, assumimos os papéis e as responsabilidades que cabem aos protagonistas”, analisou. “E esta condição será consolidada com uma vitória de Flávio Bolsonaro na sucessão presidencial”, prevê.
Azambuja deduz que a impressionante votação para reeleger o governador Eduardo Riedel (PP), os dois senadores do PL e a ampla maioria dos deputados estaduais e federais foi uma sinalização sintomática da vitória de Flávio Bolsonaro.
É que além dos embates locais, como a disputa pelo governo, as urnas sul-mato-grossenses acolheram também os votos para os candidatos à Presidência da República. E esta é a lógica simples que leva Azambuja a projetar o desfecho do segundo turno. Ele infere que o apoio maciço do eleitorado sul-mato-grossense aos candidatos de direita no primeiro turno serão mantidos e multiplicados no próximo domingo, 25.
Protagonismo
Segundo Azambuja, os eleitores sabem também que com Flávio na presidência Mato Grosso do Sul poderá fortalecer seu protagonismo nos centros de decisão econômica, social e política, sobretudo em pautas estratégicas como as do agro, indústria, competitividade, meio ambiente, integração latino-americana, segurança e novas matrizes energéticas. “É o que a população está clamando em todos os lugares, quer mudança, quer um modelo eficaz e inteligente de governo”, defendeu.







