Senador eleito assegura campanha histórica em MS para fazer a diferença na soma dos votos para o candidato.
O ex-governador Reinaldo Azambuja (PL), eleito senador com um dos maiores sufrágios no Brasil – foi o segundo proporcionalmente mais votado -, não deixa por menos: está empenhado para garantir uma frente compacta de partidos e forças sociais em Mato Grosso do Sul durante a campanha presidencial no segundo turno. Ele fez questão de transmitir esta disposição ao candidato do partido a presidente da República, Flávio Bolsonaro, durante reunião ontem (quarta-feira, 08/10), em Brasília.
Além do PL, do qual é o presidente regional, e do PP (partido do governador Eduardo Riedel e da senadora Tereza Cristina), Azambuja soma nesta mobilização outras agremiações, como o Republicanos, o União Brasil, o PSD, o MDB, o Avante e o PSDB. Todos esses partidos somaram votos que reelegeram Riedel e deram a vitória a Azambuja e o segundo senador, Capitão Contar, além da maioria dos eleitos para a Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa.
Vontade maciça
“Estamos nas ruas e em todos os lugares onde se faz presente a vontade maciça da população, porque chegou a hora da mudança. Não há outra expectativa nesta disputa que não seja recuperar o Brasil, fazer dele o país que queremos”, enfatizou Azambuja.
Ele destacou a importância de garantir o maior número possível de votos, assinalando que o primeiro turno já trouxe este aceno. “A legitimidade do mandato que sai das urnas é indiscutível, na medida que expressa uma vontade majoritária, como já ficou demonstrado no primeiro turno”.
Bastante cumprimentado pela impressionante votação, cravando uma histórica marca de prestígio em Mato Grosso do Sul, Azambuja asseverou que pretende desenvolver um mandato focado nas demandas estaduais e nacionais que constam dos programa de governo de Eduardo Riedel e Flávio Bolsonaro.
Segurança pública, educação, fortalecimento do agro, saúde, estado digital, habitação, infraestrutura, enxugamento da despesas da máquina federal, revisão da reforma tributária para melhorar a distribuição da receita a municípios e estados são prioridades, disse.






