• Campo Grande MS, 19 de agosto de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 19 de agosto de 2026

Governo prepara ações para levar carne pantaneira sustentável de MS a novos mercados

  • 11 de janeiro, 2023
  • Economia e Agronegócio
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) está ampliando parcerias para o desenvolvimento da pecuária sustentável do Pantanal. A meta é evidenciar a sustentabilidade da carne pantaneira, o diferencial da sua produção e ganhar mercados consumidores cada vez mais exigentes, propiciando melhor remuneração para os produtores. Atualmente no Estado são abatidas de 50 mil a 70 mil cabeças de gado por ano com a certificação de sustentável, índice que equivale de 5% a 7% dos abates anuais no Pantanal.

Secretário Verruck esteve reunicd com representantes do setor

Para ser considerada sustentável, além da identificação desde o nascimento, indicando quem é a mãe, o boi não pode ser alimentado, em nenhuma fase da vida, com rações que contenham agrotóxicos (milho, soja, sorgo) nem receber antibióticos. O tratamento preventivo só pode ser feito com homeopatia e fitoterapia e o rebanho deve ser criado em áreas sem desmatamento ilegal.

Reunião para debater o assunto foi realizada ontem (10) pelo secretário da Semadesc, Jaime Verruck, com o presidente da Associação Pantaneira de Pecuária Orgânica e Sustentável, Eduardo Cruzetta. Também participaram do encontro o secretário executivo de desenvolvimento sustentável Rogério Beretta, o secretário executivo de Ciência e Tecnologia, Ricardo Senna, e o coordenador na área ambiental Pedro Neto.

O objetivo – segundo o titular da pasta, Jaime Verruck, – foi discutir ações e metas para alavancar ainda mais o projeto de carne de produção sustentável e orgânica do Pantanal, um dos caminhos para se obter em 2030 o Estado Carbono Neutro atendendo a proposta de Governo de Eduardo Riedel. “Hoje nós fizemos uma reunião com a Associação Pantaneira de Pecuária Orgânica e Sustentável para discutir ações que possibilitem o avanço do projeto de carne sustentável e orgânica do Pantanal. O primeiro ponto que é importante destacar é que o Eduardo Cruzetta, presidente da Associação, mencionou que realmente a partir do momento que o Governo do Estado estabeleceu os incentivos fiscais para produção da carne sustentável se criou um novo ecossistema de produção viabilizando a pecuária pantaneira. Hoje são mais de 90 produtores envolvidos. Isso incentivou o associativismo neste setor”, pontuou o secretário. Com os incentivos dados na produção, Mato Grosso do Sul conseguiu consolidar o projeto carne orgânica e sustentável.

Ganhando mercado consumidor

Na reunião ainda foram debatidos no âmbito da ciência e tecnologia e inovação e do desenvolvimento estratégias para consolidar a carne do Pantanal como um produto diferenciado de maior valor agregado. “A ideia é que a gente discuta exatamente uma linha de trabalho do marketing de divulgação dessa carne, visando que os consumidores reconheçam esses valores da carne e possamos obter melhor remuneração aos produtores”, explicou Verruck. Uma das ações, conforme o secretário, será a realização neste ano de um evento para divulgar a carne pantaneira sustentável. “Já definimos na reunião que vamos fazer um evento, o Pantanal Meat Fashion, aqui em Campo Grande. Vamos definir a data em parceria com a Associação Pantaneira de Pecuária Orgânica e Sustentável. Tivemos um evento desse no município de Rio Verde e acreditamos que essa é uma forma de divulgarmos a qualidade da carne do Pantanal”.

Outra estratégia para ampliar a abrangência da carne pantaneira será a Indicação Geográfica (IG), que é um reconhecimento para produtos ou serviços que apresentam uma origem geográfica específica e que possuem qualidades e reputação relacionadas ao local de origem. “A Associação Pantaneira de Pecuária Orgânica e Sustentável começou um trabalho já de fazer indicação de origem da carne pantaneira e vai registrar isso no INPI. Então, o Governo do Estado, a partir de agora, passa a ser parceiro dessa iniciativa para que a gente consiga uma identificação geográfica, assim denominada Indicação Geográfica de Origem do Pantanal. Vai ser um trabalho importante que a Associação está fazendo e nós vamos entrar como parceiros nessa linha”, citou.

Outra medida definida no encontro foi de desenvolvimento de pastagens nativas. “Queremos ampliar a linha da pesquisa para desenvolvimento de pastagens nativas e de projetos de pesquisa na área do carbono neutro. Isso é fundamental e talvez seja a linha mais importante no curto prazo que a gente trabalhe com a pesquisa na pecuária”, acrescentou.

Verruck ainda enfatizou que a questão social também será priorizada na região pantaneira. “A meta é fazer um trabalho amplo e completo junto a Sedhast. Quer dizer, que além do Ilumina Pantanal, que leva energia aos ribeirinhos e população pantaneira, possamos ter uma cadeia de valores estruturado. A ideia é dar mais qualidade de vida e condições para as pessoas que ali habitam e trabalham”, finalizou.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorThe Fabelmans: vida e ficção misturadas em um presente
PróximoCom equilíbrio de gênero, Simone Tebet anuncia equipe de secretários do PlanejamentoNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Flávio garante que vai superar Lula nas pesquisas na próxima semana

19 de agosto de 2026

Ciclone extratropical se forma e pode provocar rajadas acima de 70 km/h no Rio e em SP

19 de agosto de 2026

Memphis Depay celebra renovação com o Corinthians

19 de agosto de 2026

Corrida às eleições reúne 12 vereadores de Campo Grande

19 de agosto de 2026

Glória Menezes morre aos 91 anos e deixa legado de mais de seis décadas na TV brasileira

19 de agosto de 2026

Mega-Sena acumula e prêmio salta para R$ 50 milhões

19 de agosto de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com