“Diretrizes do governo Riedel mantêm bases seguras para os investimentos”, segundo Jaime Verruck.

Já reconhecido como um dos estados brasileiros de maior potencial desenvolvimentista, Mato Grosso do Sul está cravando pilares ainda mais firmes para sua economia. De acordo com a Resenha Regional do Banco do Brasil, no final deste ano terá registrado o terceiro maior crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do país, com avanço estimado em 5,3%.
Na avaliação do secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (Semadesc), Jaime Verruck, trata-se do resultado de fatores como o aumento das exportações, a diversificação da produção agroindustrial e as condições oferecidas pela política pública de fomento do Estado aos investidores. “As diretrizes estabelecidas pelo governo de Eduardo Riedel (PP) mantêm bases seguras para os investimentos”, diz.
O Estado tem relações comerciais com mais de 120 países, entre os quais China, Estados Unidos, Países Baixos, Indonésia, Itália, Argentina, Chile, Indonésia, Emirados Árabes, Turquia e Índia, que respondem por 85% do valor exportado.
As exportações no ano passado arrecadaram em torno de US$ 7,5 bilhões, principalmente com a soja (US$ 3,68 bilhões), produtos florestais (US$ 2,67 bilhões) e carnes bovina, suína e de frango (US$ 1,7 bilhão).

Competitivo
Os chineses são os principais importadores, especialmente de soja, celulose e carne bovina. Verruck enfatiza que estes números demonstram a competitividade do agronegócio regional. “Mesmo com as flutuações no comércio internacional, o Estado ampliou suas vendas externas, com destaque para a carne bovina e a diversificação de destinos”, ressaltou. O secretário acrescenta outro fator determinante nesse desempenho, que são os investimentos em infraestrutura logística.
Ele exemplifica mencionando o Corredor Bioceânico e a Rota da Celulose, além de políticas voltadas à neutralização do carbono até 2030, que incentivam a produção sustentável e geração de energia limpa.
Hoje o Estado é o maior exportador brasileiro de celulose, o quarto em carne bovina e o terceiro em etanol, produto vendido para 35 países. “As cadeias de soja, carne e celulose respondem por cerca de 70% do faturamento das exportações sul-mato-grossenses”, concluiu Verruck.






