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Campo Grande, 04 de setembro de 2026

Crescimento do PIB atesta solidez econômica de MS

  • Geraldo Silva
  • 15 de outubro, 2025
  • Economia e Agronegócio
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“Diretrizes do governo Riedel mantêm bases seguras para os investimentos”, segundo Jaime Verruck.
Com exportações, PIB cresce e consolida a economia estadual, segundo Verruck. (Foto: Saul Schramm).
Já reconhecido como um dos estados brasileiros de maior potencial desenvolvimentista, Mato Grosso do Sul está cravando pilares ainda mais firmes para sua economia. De acordo com a Resenha Regional do Banco do Brasil, no final deste ano terá registrado o terceiro maior crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do país, com avanço estimado em 5,3%.
Na avaliação do secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (Semadesc), Jaime Verruck, trata-se do resultado de fatores como o aumento das exportações, a diversificação da produção agroindustrial e as condições oferecidas pela política pública de fomento  do Estado aos investidores. “As diretrizes estabelecidas pelo governo de Eduardo Riedel (PP) mantêm bases seguras para os investimentos”, diz.
O Estado tem relações comerciais com mais de 120 países, entre os quais China, Estados Unidos, Países Baixos, Indonésia, Itália, Argentina, Chile, Indonésia, Emirados Árabes, Turquia e Índia, que respondem por 85% do valor exportado.
As exportações no ano passado arrecadaram em torno de US$ 7,5 bilhões, principalmente com a soja (US$ 3,68 bilhões), produtos florestais (US$ 2,67 bilhões) e carnes bovina, suína e de frango (US$ 1,7 bilhão).
Celulose e carne bovina puxam exportações e superávit da balança comercial de MS . (Foto: Arquivo/Semadesc)
Competitivo 
Os chineses são os principais importadores, especialmente de soja, celulose e carne bovina. Verruck enfatiza que estes números demonstram  a competitividade do agronegócio regional. “Mesmo com as flutuações no comércio internacional, o Estado ampliou suas vendas externas, com destaque para a carne bovina e a diversificação de destinos”, ressaltou. O secretário acrescenta outro fator determinante nesse desempenho, que são os investimentos em infraestrutura logística.
Ele exemplifica mencionando o Corredor Bioceânico e a Rota da Celulose, além de políticas voltadas à neutralização do carbono até 2030, que incentivam a produção sustentável e geração de energia limpa.
Hoje o Estado é o maior exportador brasileiro de celulose, o quarto em carne bovina e o terceiro em etanol, produto vendido para 35 países. “As cadeias de soja, carne e celulose respondem por cerca de 70% do faturamento das exportações sul-mato-grossenses”, concluiu Verruck.
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