• Campo Grande MS, 1 de outubro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 01 de outubro de 2026

Carne: Preço sobe para o consumidor e cai para o pecuarista

  • Carne: Preço sobe para o consumidor e cai para o p
  • 29 de abril, 2026
  • Economia e Agronegócio, Mercado Pecuário
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

A alta recente no preço da arroba chega no atacado e no varejo. O aumento acumulado nos preços da carne bovina é de 3,18%, segundo IPCA. Já no campo o preço pago ao produtor recuou quase R$ 5,00 em abril.

O aumento nos preços da carne bovina reflete no prato dos brasileiros. O consumidor busca alternativas mais baratas para manter a proteína animal na dieta.

Os preços da carne bovina seguem em trajetória ascendente no mercado interno. Relatório do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra que a carcaça casada bovina (composta por traseiro, dianteiro e ponta de agulha do boi) é negociada a R$ 25,41 por quilo no atacado da Grande São Paulo, alta de 4% nas três primeiras semanas de abril.

Quando os valores são corrigidos pela inflação, permitindo uma comparação melhor e mais justa com anos anteriores, o recorde fica ainda mais evidente.

A média de R$ 25,05 o quilo, registrada na parcial de abril, é a mais alta da série histórica do Cepea iniciada em 2001. O valor está 11% acima do registrado em abril de 2025, e 44,8% maior na comparação com o mesmo período de 2024, quando a pecuária de corte vivia um momento de baixa do ciclo pecuário e maior oferta de animais.

Boi/Cepea: Quedas nos preços do bezerro e do boi estimulam abate de fêmeas  - Acrimat

Escalada das cotações no mercado interno
Exportação aquecida e abate restrito pressionam preços. Após anos seguidos de aumento no abate de fêmeas, refletindo na menor produção de bezerros, a oferta de animais prontos para abate está reduzindo. O avanço das exportações brasileiras de carne bovina têm absorvido parte expressiva da produção. Hoje o mercado internacional absorve 35% da produção.

Com menos “carcaças disponíveis” no mercado doméstico, e demanda externa firme, a escalada de preços no atacado e no varejo tendem a seguir. O analista Fernando Henrique Iglesias, da Safras & Mercado, diz que o setor deve se aproximar de um limite de alta. “O baixo poder de compra do consumidor no mercado interno pode funcionar como teto para novos reajustes no varejo, mesmo que as pressões de oferta e exportação sigam firmes” diz Iglesias.

O aumento nos preços da carne bovina reflete no prato dos brasileiros. O consumidor busca alternativas mais baratas para manter a proteína animal na dieta. Frango, ovos e carne suína ganham protagonismo. Depois de atingir a maior cotação histórica o preço da arroba, pago ao pecuarista, registrou queda nesta segunda quinzena de abril.

No campo o movimento foi inverso. Neste momento, a pergunta é: será pontual? No dia 15 de abril a arroba foi cotada em R$ 367,30, o maior valor nominal dentro da série histórica do Cepea iniciada em julho de 1997. Porém, em apenas nove dias, a cotação perdeu R$ 4,70 de valor e foi negociada a R$ 362,00 na sexta-feira (24). Esses valores têm como referência as negociações no mercado físico em São Paulo.

Segundo Hyberville Neto, analista da HN Agro, a redução do poder de compra da população na segunda quinzena do mês costuma ser um ponto de cautela para o escoamento da carne no mercado doméstico.

Os frigoríficos aproveitam o momento de menor demanda para “testar” preços menores. “Além disso as dúvidas em relação à demanda de gado para a China, cuja cota deve se esgotar pouco após o meio do ano e os patamares recentes de preços elevados, nos últimos meses, contribuíram para um aumento da oferta de boi resultando nesse movimento de ajuste no mercado” completa Neto.

BOI: Carne bovina nunca esteve tão mais cara que boi para abate —  CompreRural

Movimento no campo dita preços
Os pecuaristas resistem a vender os animais prontos a preços menores. Mas com a proximidade do período seco e a queda na qualidade das pastagens, a tendência é que a entrega aumente nas próximas semanas.

O pesquisador do Cepea, Thiago Bernardino de Carvalho, lembra que “olhando os últimos nove anos somente em maio de 2020 o preço do boi não recuou”. Em 2020 teve início o movimento de retenção de fêmeas, de virada do ciclo pecuário, diante de preços melhores para carne.”Tradicionalmente a passagem do outono para o inverno marca o período de desmame dos bezerros nas fazendas e, consequentemente, de maior entrega de fêmeas. Com menos chuva, menos pasto e necessidade de fazer caixa… a oferta de animais para o abate tende a aumentar nas próximas semanas pressionando as cotações”.

Thiago destaca ainda que o preço do boi subiu muito rápido em 2026 e é natural ele se acomodar um pouco. Só esse ano a arroba acumula alta de mais de 25%. Marcado principalmente pela influência do clima, o recuo tem sido maior no mercado futuro. A melhor cotação para o boi, na B3, foi registrada no dia 6 de abril: R$ 372,70.

Na última sexta-feira (24/05) o contrato de abril fechou em R$ 359,00. Para junho o mercado futuro precifica a arroba em R$ 338,90, diante dessa estimativa pontual de maior entrega de animais.

Mas a tendência em época de virada de ciclo pecuário segue: carne mais cara nos mercado físico, futuro e também nas gôndolas para o consumidor.

Com informações do Portal CNN Agro

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorTarcísio cita Riedel como exemplo de quem acerta com gestão inovadora
PróximoMãe e padrasto presos por maus-tratos e estupro de bebê em Campo GrandeNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Outubro inicia com cotação em alta no mercado pecuário de MS

1 de outubro de 2026

Way-306 fica entre as melhores do Brasil em qualidade do pavimento

1 de outubro de 2026

Ranking do CLP: Três Lagoas lidera Centro-Oeste e MS em acesso à saúde

1 de outubro de 2026

Rodrigo Pacheco assume vaga de Bruno Dantas no TCU

1 de outubro de 2026

Passe livre nos ônibus no domingo de eleição em Campo Grande

1 de outubro de 2026

MP e MPT cobram R$ 1 milhão da Prefeitura por não pagar catadores

1 de outubro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com