• Campo Grande MS, 30 de outubro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 30 de outubro de 2026

Temer, o recordista mundial de rejeição

  • VERGONHA
  • 26 de junho, 2018
  • Destaque, Geral, Politica
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

 

 

Nem os mais incompetentes e mal vistos dirigentes do restante do planeta desceram a um nível tão baixo de impopularidade. Michel Temer (MDB) bate recorde sobre recorde no ranking de rejeição política e administrativa. Chega a ser um fato deprimente para seus correligionários e vergonhoso para o Brasil e os brasileiros ante as demais nações.

 

Em 2017, levantamento da consultoria Eurasia apontava que a aprovação ao presidente brasileiro, na casa dos 3%, era naquele momento mais baixa do que a de governantes impopulares como o venezuelano Nicolas Maduro e o sul-africano Jacob Zuma. As pesquisas daquele ano já haviam apontado Temer como o presidente mais impopular da história recente do Brasil, tendo seu governo ultrapassado até mesmo a reprovação verificada nos últimos meses do governo José Sarney (1985-1990).

 

Se em 2017 a situação era tão desconfortável, piorou agora, que Temer entrou em período de eleições e já completou dois anos no poder. Os números mais recentes sobre as avaliações da opinião pública foram divulgados pelo DataFolha no dia10 deste mês e confirmam que Temer conseguiu ser pior ou mais impopular até que Dilma Rousseff, a quem substituiu.

 

Segundo o DataFolha, o governo de Temer alcançou 82% de reprovação. O índice é ainda maior (12 pontos percentuais) que o registrado no levantamento anterior, em abril. O Datafolha ouviu 2.824 pessoas em 174 municípios entre os dias 6 e 7 de junho. Além dos 82% de ruim ou péssimo e dos 3% de ótimo ou bom, a gestão do emedebista foi considerada regular por 14% dos entrevistados. O índice de rejeição de Temer bate o de Dilma, que em agosto de 2015 atingiu 71% entre os brasileiros.

 

 

FATORES

 

Para os especialistas, são dois os principais motivos dessa rejeição: as medidas desastradas na economia e as péssimas escolhas dos auxiliares de primeiro e segundo escalões, notadamente no aspecto ético. Quando Temer assumiu em 2016, após contribuir com a derrubada da presidente Dilma, 80% de seu staff de ministros e de segundo escalão tinham problemas com denúncias de corrupção e outros crimes.

 

Além da suspeição que pesa sobre seu governo – incluídas as denúncias das quais o próprio Temer tem escapado graças à blindagem de sua base congressual -, outro item fundamental para a massacrante rejeição popular é a política econômica implementada até agora. Após divulgar uma pesquisa que aponta um índice de reprovação de 82%, o Datafolha aponta que sete a cada dez brasileiros avaliam que a situação econômica do país se deteriorou nos últimos meses.

 

De acordo com os dados, 72% dos entrevistados consideram que a situação do país piorou, contra apenas 6% que acreditam na melhora. O salto para um clima de perspectiva negativa generalizado só vem aumentando. Em abril eram 52% os que afirmavam que o país havia piorado. Assim como na avaliação do governo, os números sobre a perspectiva negativa dos brasileiros também bateu recorde.

 

Desde maio de 2016 o índice dos que avaliavam que a situação havia piorado estava na casa dos 60%, tendo caído para 52% no início de abril deste ano. Num país com mais de 13 milhões de desempregados e cujo valor do combustível aumenta quase que diariamente, com o botijão de gás custando quase R$ 100,00, quando os entrevistados eram questionados sobre a situação econômica pessoal, 49% dizem ter passado por retrocesso, sendo que esse índice era de 42% há dois meses. Apenas 10% declaram avanço.

 

A pesquisa ainda revela que a expectativa para o futuro também não é boa. Segundo o Datafolha, ao contrário de abril, quando os que demonstravam otimismo eram numericamente superiores aos que manifestavam pessimismo, agora os que afirmam que a situação vai piorar nos próximos meses somam 32%, contra 26% dos que acreditam em melhora da economia.

 

 

REFLEXO ELEITORAL

 

 

O desgoverno de Temer faz várias vítimas em seu círculo de apoio político eleitoral e os desgastes se refletem impiedosamente. O caso mais emblemático é do seu ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que deixou o ministério para ser candidato à sucessão presidencial e em todas as pesquisas o seu nome não passa da média de 1,5% a 2,5%.

 

Temer queria ser candidato à própria sucessão, apoiando-se na certeza de que as mexidas econômicas o transformariam no “salvador da Pátria”. Errou feio. Com os equívocos das reformas trabalhista e previdenciária e barbeiragens grosseiras como a política de preços dos combustíveis – pano de fundo da maior greve de caminhoneiros da história e que paralisou o País mais de uma semana – o presidente constatou que não teria chance alguma na disputa e deixou o abacaxi para Meirelles descascar.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorRinaldo Modesto: Currículo Único é passo histórico
PróximoUm governo que começou e continua sob suspeitaNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Brasileirão: CBF detalha datas, horários e locais das rodadas 35 e 36

30 de outubro de 2026

Arroba do boi e vaca gorda aumenta preço em Dourados

30 de outubro de 2026

Anvisa aprova cinco novas canetas emagrecedoras e para diabetes

30 de outubro de 2026

Mega-Sena acumula em R$ 6 milhões: MS teve ontem 32 apostas premiadas

30 de outubro de 2026

Homem é preso ao tentar furtar equipamento de unidade de saúde

30 de outubro de 2026

AGEMS promove seminário para preparar cidades de MS para eventos climáticos extremos

30 de outubro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com