• Campo Grande MS, 11 de setembro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 11 de setembro de 2026

O “velho e bom” MDB ficou no passado em MS

  • IDENTIDADE PERDIDA
  • 26 de junho, 2018
  • Destaque, Geral, Politica
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

 

 

O MDB-PMDB já teve como referências nacionais e locais personalidades de indiscutível prestígio político, eleitoral e popular. A relação de exemplos destaca, entre outros, Ulysses Guimarães (o “Senhor Diretas Já”) e Dante de Oliveira; Wilson Martins, Ramez Tebet e Plínio Martins. Foram, cada um a seu tempo, demonstrativos inequívocos de como elevar o compromisso político à altura das expectativas legítimas da sociedade.

 

Atualmente, aquele MDB ficou mesmo na memória e aos poucos sua história vem sendo soterrada pela avalanche de malfeitos que os herdeiros de Ulysses & Cia praticam no vale-tudo pelo poder. A austeridade, a responsabilidade e o trato republicano com a coisa pública tinham tanto eco no partido quanto os apelos pela democracia e pelas liberdades.

 

Wilson Martins, que morreu em fevereiro passado aos 100 anos de idade, andou por diferentes posições profissionais e políticas. Advogado brilhante, foi presidente da Ordem e pôs sua inteligência a serviço da excelência de causas nobres na área do Direito. Na vida pública, foi prefeito de Campo Grande, deputado federal (cassado politicamente pela ditadura militar de 1964), senador e governador duas vezes de Mato Grosso do Sul, sem nunca sofrer qualquer tipo de investigação e ter sempre o olhar admirado e reverente da sociedade e dos próprios adversários.

 

Ramez Tebet, que morreu em novembro de 2006, foi o político sul-mato-grossense que alçou os voos mais altos na República desde a criação do Estado. Promotor público em Três Lagoas, conquistou seu primeiro mandato de deputado estadual em 1979, sendo o mais votado daquela safra parlamentar. Foi secretário de Estado, superintendente da Sudeco (Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste), vice-governador, assumiu o governo por 10 meses e construiu seu tempo, antecipando-se a ele com desprendimento singular.

 

 

Não por acaso, Ramez conquistou nas urnas uma vaga no Senado, Casa que o acolheu para as investiduras mais relevantes, da presidência e da relatoria das comissões mais importantes, como a do Orçamento, até à interinidade na presidência da República com a vacância transitória do titular. Também, a exemplo de Wilson Martins, de quem foi o vice-governador, percorreu uma trajetória imune às suspeições e desqualificações hoje tão comuns na cena brasileira.

 

 

DESAFIOS

 

Plínio Martins exerceu com notável sabedoria a advocacia e assim também se ocupou dos desafios que a sociedade lhe conferiu nos mandatos de vereador, deputado federal e prefeito de Campo Grande. Era uma das vozes emedebistas resistentes ao período de obscurantismo instalado em 1964 e entre suas mais contundentes e assíduas atividades estavam a luta contra a corrupção e a impunidade.

 

André Puccinelli começou na política descoberto e levantado por Wilson Martins, que em seu primeiro governo o convocou para comandar a Secretaria Estadual de Saúde. Deveria ter nele um professor de lições para a vida toda, especialmente na matéria que consagrou o MDB-PMDB: a luta pela moralidade política e o zelo com a coisa pública. Fez o contrário, adotou outra disciplina, a do compadrio, segundo apontam as investigações já realizadas em operações especiais de forças-tarefa contra a corrupção e o crime organizado.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorGoverno segue investindo na rede física das escolas
PróximoCampanha do Agasalho ajuda instituições filantrópicasNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Semana fecha em baixa: Ibovespa e dólar em queda

11 de setembro de 2026

Mercado pecuário encerra semana estável em MS

11 de setembro de 2026

Caiado é diagnosticado com pneumonia e segue internado em São Paulo

11 de setembro de 2026

Temporal força suspensão de aulas para 104 mil estudantes em Campo Grande

11 de setembro de 2026

Falha no sistema: Detran-MS estende prazo de licenciamento para placas 7 e 8

11 de setembro de 2026

Operação Antidotum: MP prende 6 e investiga desvio de R$ 4,9 milhões na Santa Casa de Campo Grande

11 de setembro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com