• Campo Grande MS, 7 de setembro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 07 de setembro de 2026

Imposto Territorial salva 13º de boa parte dos servidores

  • MUNICÍPIOS
  • 13 de outubro, 2017
  • Cidades, Destaque, Economia e Agronegócio, Geral
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

 

Creditada na conta das prefeituras na terça-feira (10), a primeira das quatro parcelas do ITR (Imposto Territorial Rural), no valor de R$ 85,547 milhões, poderá ser a tábua de salvação de boa parte dos municípios de Mato Grosso do Sul, devendo inclusive garantir o pagamento do 13º salário dos servidores públicos no fim do ano.

No total, o repasse referente à primeira parcela foi de R$ 85.547.031,41, já descontado o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).

De acordo com o calendário fixado pela STN (Secretaria do Tesouro Nacional), os repasses obedecem as seguintes datas: 10 de outubro; 10 de novembro, 10 de dezembro e 10 de janeiro de 2018, sendo a primeira com pagamento a vista e as outras três mensais de menor valor.

O município com maior arrecadação nesse tributo no Estado é Ribas do Rio Pardo devido a sua extensa área rural, enquanto a que tem a menor receita é Ladário, na região do Pantanal.

Apesar do reforço de caixa, o presidente da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), Pedro Caravina (PSDB), avalia que o dinheiro realmente ajudará as cidades que dispõem de grande extensão de área rural, mas considera que o repasse apenas ameniza a situação diante da crise atual da maioria das prefeituras.

Segundo ele, é inadmissível que um dinheiro que poderia ser aplicado no setor rural, até porque o tributo é oriundo do campo, seja usado para pagamento da folha de pessoal.

“É um absurdo o município viver nessa mendicância, nessa pobreza. O que resolveria seria um novo pacto federativo, a fim de que mais recursos venham para as prefeituras. É inadmissível que o município tenha de viver de um imposto, que deveria ser voltado a melhorias na área rural, para poder pagar suas despesas correntes”, colocou Caravina, ao salientar a situação de dificuldade enfrentada pelos atuais gestores públicos.

O dirigente, que esta semana esteve em Brasília participando da reunião do Conselho Político da CNM (Confederação Nacional de Municípios), reforçou a necessidade de novas mobilizações em torno de mais conquistas e a garantia de se obter recursos que venham efetivamente resolver a situação das prefeituras e atender a população.

Ele disse que existe uma grande preocupação dos prefeitos em relação ao momento atual, uma vez que a maioria das prefeituras de pequeno porte não dispõe de receita em caixa para investir em prioridades e o governo federal não honra os compromissos assumidos, principalmente com os programas sociais que foram criados e estão sendo mantidos pelas prefeituras sem a devida contrapartida, conforme os convênios assinados.

Segundo ele, a maioria dos municípios sobrevive de repasses constitucionais, como FPM (Fundo de Participação dos Municípios) e ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

 

CONVÊNIO ITR 100%

Todos os municípios de Mato Grosso do Sul assinaram o convênio com a Receita Federal do Brasil, optando pelo recebimento de 100% dos recursos da arrecadação do ITR (Imposto Territorial Rural), que antes previa transferência apenas de 50% do total.

O ITR 100% é uma das grandes conquistas do movimento municipalista depois de ampla campanha nacional liderada pela CNM, da qual a Assomasul é filiada.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorProjeto proíbe indenizações em dinheiro para presos
PróximoIncêndios às margens das rodovias causam preocupação em MSNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Feriado de 7 de setembro: veja o que abre e o que fecha em Campo Grande

5 de setembro de 2026

Jovem de 21 anos é baleada na lombar em ataque a tiros no Jardim Nhanhá

5 de setembro de 2026

Estrutura de supermercado desaba sobre trabalhadores e mata dois no Aero Rancho

5 de setembro de 2026

300 milhões em investimentos: Brastemp e Consul trocam Argentina pelo Brasil

5 de setembro de 2026

Maracaju, onde começam histórias que chegam longe

5 de setembro de 2026

Corinthians tenta frear crise em casa contra lanterna Chapecoense no Brasileirão

5 de setembro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com