O Banco Central realizou hoje de manhã dois leilões no mercado de câmbio.

O dólar à vista rondava a estabilidade ante o real nesta quarta-feira (25/06), conforme os investidores acompanhavam notícias sobre o conflito entre Israel e Irã e aguardavam a realização de dois leilões simultâneos pelo Banco Central durante a manhã.
Cotação do dólar
Às 9h12 de hoje, o dólar à vista subia 0,28%, a R$ 5,534 na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento tinha alta de 0,15%, a R$5,526.
Pela manhã, o BC realizou. Em um leilão à vista, foi ofertado US$1 bilhão e em uma operação do chamado swap reverso foram oferecidos 20.000 contratos, o que também equivale a US$1 bilhão.
O efeito prático da operação com swaps reversos é equivalente a uma compra de dólares no mercado futuro.
Às 13h30 (Brasília) a cotação das moedas e da Bolsa de Valores estavam com os índices abaixo:
Dólar comercial
Compra: R$ 5,547 alta de 0,50%
Venda: R$ 5,541
Dólar turismo
Compra: R$ 5,577 alta de 0,50%
Venda: R$ 5,757
Bovespa – Queda de 0,82% com 136.037,84 pontos
O que aconteceu com dólar hoje?
Além da geopolítica, a política monetária dos EUA continua no foco dos investidores. O chair do Federal Reserve, Jerome Powell, disse na terça-feira que tarifas comerciais mais altas podem começar a elevar a inflação em breve. Ele volta a falar perante o Congresso nesta quarta.
Na cena nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministros participam de reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), às 9h30, que discutiu o aumento da mistura obrigatória de etanol na gasolina para 30% e de biodiesel no diesel para 15%.
Enquanto isso, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), publicou no X que a pauta da Casa nesta quarta inclui projeto de decreto legislativo do IOF que susta o decreto que aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras, bem como projeto de lei que isenta do Imposto de Renda quem ganha até dois salários mínimos, entre outros assuntos.
Também repercutem a declaração do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na véspera de que o governo federal pretende “congelar” as discussões sobre a elevação das despesas públicas, afirmando que neste momento nenhum gasto é bem-vindo.
Com informações da Agência Reuters






