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Campo Grande, 13 de outubro de 2026

Pintores caem de escada de 4 metros no Centro e escapam ilesos

  • 19 de agosto, 2024
  • Cidades, Geral
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Apesar da queda, ninguém teve ferimentos graves; os dois foram encaminhados para a UPA Universitário

Um susto tomou conta da movimentada Avenida Calógeras na manhã desta segunda-feira (19), quando dois pintores, um de 68 e outro de 40 anos, caíram de uma escada enquanto realizavam trabalhos de pintura na fachada de um prédio de dois andares por 4 metros. O acidente aconteceu entre as ruas Dom Aquino e Barão do Rio Branco, no coração de Campo Grande.

Um dos pintores sendo socorrido pelo Corpo de Bombeiros (Foto: Antonio Bispo)

A escada, que escorregou sem aviso prévio, lançou os trabalhadores do segundo andar direto ao chão. A queda de aproximadamente quatro metros poderia ter tido consequências trágicas, mas, por um milagre, ambos sofreram apenas ferimentos leves.

Rapidamente, populares acionaram o Corpo de Bombeiros, que enviou uma equipe da Unidade de Resgate e Serviço Avançado (Ursa) ao local. Os pintores foram imobilizados e encaminhados para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Universitária para avaliação médica.

De acordo com o médico socorrista, nenhum dos dois apresentava fraturas, mas ambos sentiam fortes dores pelo corpo. Após exames mais detalhados na UPA, foi confirmado que os trabalhadores tiveram muita sorte e poderiam ter se ferido gravemente.

A causa do acidente ainda está sendo investigada, mas a falta de equipamentos de segurança, como cordas de segurança e plataformas de trabalho, é uma possibilidade que não pode ser descartada. A ausência desses itens pode ter contribuído para a queda dos pintores.

As autoridades competentes devem apurar as causas do acidente e tomar as medidas cabíveis para evitar que novas ocorrências como essa aconteçam.

O caso serve como um alerta para a importância de seguir as normas de segurança em trabalhos em altura. A falta de equipamentos adequados e a negligência com relação à segurança do trabalho podem ter consequências fatais.

É fundamental que empresas e trabalhadores estejam sempre atentos aos riscos e invistam em equipamentos de proteção individual (EPIs) e coletivos (EPCs). Além disso, é importante que haja uma fiscalização rigorosa por parte dos órgãos competentes para garantir que as normas de segurança sejam cumpridas.

Os pintores envolvidos no acidente tiveram muita sorte em sair ilesos de uma situação tão grave. No entanto, o caso serve como um lembrete de que acidentes de trabalho podem acontecer a qualquer momento e que é preciso estar sempre atento e preparado para evitá-los.

A sociedade como um todo deve cobrar por mais segurança no trabalho e exigir que as empresas cumpram as normas estabelecidas. Somente assim poderemos reduzir o número de acidentes e garantir a proteção dos trabalhadores.

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