Campo Grande completou 126 anos de fundação no dia 26 de agosto. Poderia ser uma data de melancolia ou tristes lembranças, se for levado em coração o período cinzento que a cidade enfrentou durante vários anos, especialmente naquela faixa de poder e gestão marcada na buraqueira asfáltica, financeira e gerencial patrocinada por gestores que nada sabiam de gestão.
As urnas erram, sim, e haviam errado com Campo Grande. Mas quando acertam e suas decisões são respeitadas, a conversa é outra, sai do corredor escuro, sujo e estreito do diz-que-diz-que e entra na planície iluminada, transparente e larga da responsabilidade, da competência e da vocação. Foi o que aconteceu com o Estado em 2014 e 2018, na eleição e reeleição de Reinaldo Azambuja, e em 2022, com seu sucessor, Eduardo Riedel.
E esses resultados foram providenciais para Mato Grosso do Sul, para seus 79 municípios, contemplados já faz quase 11 anos com bons e produtivos parceiros na Governadoria. Um dos principais exemplos desta verdade é Campo Grande. A Capital do Estado, a mais populosa, a com o maior número de eleitores e de demandas a atender, tão decisiva nas três eleições mencionadas, se vê recompensada.
A recompensa está no olhar, no coração e no sentimento do povo campo-grandense, a respirar otimismo e confiança, diante da amorosa e produtiva relação estabelecida com o Estado. O governo municipalista, hoje liderado por Riedel, semeou na cidade frondosas plantações de fé no futuro, traduzidas em obras que preparam sua gente e seus espaços para o dia que o IBGE oficializar a população local na casa do primeiro milhão de moradores.
Esse dia está mais próximo do que pode imaginar o especialista ou prever o adivinho. O crescimento da cidade se dá em compasso de modernidade, com ritmo e dinâmica que só um técnico em gestão e ao mesmo tempo um político de apurada sensibilidade poderia imprimir. É andar pela Campo Grande em suas sete regiões urbanas e dois distritos para aferir o que aqui se afirma. As obras pontuam com respostas firmes todas as principais necessidades, das sociais e econômicas às urbanas e ambientais.
Não é por acaso ou sorte que Campo Grande se sobressai no mapa nacional de vocação desenvolvimentista. É por amor, um sentimento que se maximiza na capacidade gestora e na compreensão de quem sabe que para dirigir com sucesso uma cidade grande é fundamental entender a sua grandeza. Caso contrário, será mais do mesmo.
Parabéns Campo Grande!